quinta-feira, 14 de junho de 2012

Debate sobre cotas

(UEL 2012) No debate sobre as cotas para o ingresso dos negros nas universidades públicas, reapareceram, de forma recorrente, argumentos favoráveis e contrários à adoção dessa política afirmativa. Os trechos reproduzidos a seguir constituem exemplos desses argumentos.

Em um país onde a maioria do povo se vê misturada, como combater as desigualdades com base em uma interpretação do Brasil dividido em “negros” e “brancos”? Depois de divididos, poderão então lutar entre si por cotas, não pelos direitos universais, mas por migalhas que sobraram do banquete que continuará sendo servido à elite. Assim sendo, o foco na renda parece atender mais à questão racial e não introduzir injustiça horizontal, ou seja, tratamento diferenciado de iguais.
(Adaptado de: Yvonne Maggie (Antropóloga da UFRJ).
O Estado de São Paulo. 7 mar. 2010. Este artigo de Yvonne Maggie serviu de base para o seu pronunciamento lido por George Zarur na audiência pública sobre ações afirmativas convocada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em março de 2010.)

Desde 1996 me posicionei a favor de ações afirmativas para negros na sociedade brasileira. Vieram as cotas e as apoiei, como continuo fazendo, porque acho que vão na direção certa – incluir socialmente os setores menos competitivos – embora saiba que o problema é muito maior e mais amplo. Tenho apoiado todas as medidas que diminuam a pobreza ou favoreçam a mobilidade social e todas as que combatam diretamente as discriminações raciais e a propagação dos preconceitos raciais. Em curto prazo, funcionam as políticas de ação afirmativa; em longo prazo, funcionam políticas que efetivamente universalizem o acesso a bens e serviços.
(Antônio Sérgio Guimarães (Sociólogo da USP)
<http://www.acaoeducativa.org.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=633>. Acesso em: 30 jun. 2011.)

Entrevista concedida à Ação Educativa. Disponível em:
A divergência dessas duas posições reproduz, atualmente, o antagonismo existente no debate sobre a questão racial na sociologia brasileira, exemplificado pela oposição entre os pensamentos de Gilberto Freyre e Florestan Fernandes.
Identifique e explique, nos trechos reproduzidos, os argumentos favoráveis e desfavoráveis à política de cotas para negros em universidades, comparando-os com as visões teóricas de Gilberto Freyre e Florestan Fernandes.

EXPECTATIVA DE RESPOSTA
Conteúdo
: Sociologia no Brasil. As várias formas de desigualdades sociais e a diversidade das explicações teóricas. Diversidade e miscigenação no Brasil. A questão dos negros nos estudos de Gilberto Freyre e de Florestan Fernandes.
Resposta esperada
Espera-se que o candidato analise as políticas brasileiras de ação afirmativa, no caso, a política de cotas para negros nas universidades, a partir das teorias de Freyre e de Fernandes (sabendo-se que esses autores não se debruçaram sobre a questão das cotas), comparando-as, dessa forma, aos argumentos favoráveis e desfavoráveis presentes nos textos lidos na questão. Espera-se, além disso, que o candidato seja capaz de mobilizar conceitos, tais como: raça, cor, desigualdade, diversidade, miscigenação e democracia racial.

44 comentários:

  1. A questão das cotas no ingresso dos negros nas universidades se torna a cada dia uma questão de "desigualdade" para os jovens, deixando o Brasil com a cara de preconceituoso, além do preconceito é possível existir uma certa dificuldade na interação racial,miscigenação,etnica,religiosa e outras. Mas a questão são as cotas que como dizia Florestan Fernades desde a época do Brasil Colonia com a chegada dos imigrantes o negro começa a ser desvalorizado,assim já existindo um sério preconceito no pais, os negros sentem-se diferentes em todos os aspectos sociais em relação aos brancos, mas, o que deve ser analisado em relação as cotas é o vestibular, trata-se de uma concorrencia "intelectual" onde cada um responsavel por atingir tão nota para cursar o ensino superiror, na minha opiniao certas pessoas estão confundindo as coisas, confundindo a "concorrencia" com as relações sociais, deixando-o o proprio negro se sentir diferente, tendo mais chances que os brancos.
    Se pararmos para pensar, se abolissem as cotas o preconceito no brasil diminuiria muito, pois os negros se sentiram melhores, pois eles tem os mesmos direitos e deveres como os brancos, isso apenas esta mal esclarecido ate nos dias de hoje causando essa grande dificuldade na miscigenação;
    Além disso, se olharmos ao redor do mundo vamos ver como a desigualdade racial é absurda, não só sendo discutida, mas praticada! Gilberto Freyre tem essa experiencia dizendo que o Brasil tem sim uma democracia racial, já nos EUA por exemplo, lá sim, ocorre uma "disfeita" publicamente dos negros, no entanto, é preciso ter HUMANIDADE, PENSAR e reflitar sobre essa questão, as vezes estamos agindo de forma errada, deixando-o constrangidos e mostrando que eles são diferentes e não é só isso que causo conflitos, pois nos, brancos, temos o direito de mostrar ao governo,faculdade que NOS brancos, podemos fazer a diferença abolindo essas cotas e passando ao negros uma "segurança" de mostra que eles também podem concorrer e são capazes e cidadoes como nos brancos

    Mariane Torquato n:28

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  2. As cotas não servem para elevar o nível educacional do Brasil.
    Se eles querem tanto incluir o negro, o índio, o pobre, ou qualquer um desses, na sociedade, que comecem investindo em escolas e a lutar pelo bem-estar dos menos favorecidos.
    A teoria de Freyre se baseava na resolução americana sobre o preconceito contra negros; porém, como comparar a sociedade dos EUA com a brasileira, sendo que suas origens são bem diferentes? E essa coisa, de o Brasil ter uma “Democracia Racial”, isso é apenas para mascarar a verdadeira realidade em que nosso país se encontra. Um país cheio de preconceitos. E Florestan Fernandes mostrou como o negro se sentiu, quando a escravidão foi abolida e os europeus vieram para assumir o seu lugar, na agricultura. Ele foi inferiorizado porque os imigrantes recebiam salário para trabalhar, tinham casa e vida livre; já o negro tinha o quê? Tinha apenas que trabalhar e caso não fizesse isso, era punido. Foi a partir de sua “libertação” que eles se tornaram os excluídos da sociedade.
    A miscigenação de raças, ao invés de unir, serviu para repelir as raças entre si. Muitos não se sentem a vontade ao dizer qual é sua cor, sua origem, e é aí que o preconceito nasce e se consolida cada vez mais. Mas isso não serve de desculpa para continuar com a intolerância.
    O negro tem direito quanto qualquer outro de lutar por sua vaga na universidade, mas com as cotas, eles SÃO favorecidos. Os políticos querem inseri-los na sociedade desse jeito, mas assim, os outros estudantes sentirão apenas revolta, porque sabem que não é justo. Se querem tanto que o negro compita de igual para igual com qualquer outro aluno, então, em primeiro lugar, o governo deve, além de falar e prometer, agir e cumprir; deve criar um ensino de qualidade que atenda a todas as partes.
    Se somos todos iguais perante a lei, porque o negro tem que ser diferente? Por que ele tem que ter mais facilidade para ingressar em uma faculdade? É só porque ele É negro?
    Se for isso, o patamar da sociedade brasileira continuará num nível bem abaixo do que ele realmente pode ser e deixará de ser chamada de sociedade brasileira, já que ela é composta de brancos, índios e NEGROS, em sua raiz.

    Emily Y. Watanabe nº 08

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  3. O Brasil quer acabar com o preconceito do jeito mais difícil: sendo preconceituoso.
    O governo acha que limitar vagas para negros e índios, vai inclui-los na sociedade (os auto excluindo, já que para o governo eles são menos capacitados – ao que parece), Freyre claramente criticaria essa condição, para ele, os negros são vistos de forma positiva, e a miscigenação brasileira deveria nos tornar diferentes de todos os outros países. Já para Florestan, os negros foram prejudicados e ao mesmo tempo não foram com a abolição da escravidão, porque apesar de estarem livres, o trabalho deles se desvalorizou. Depois milhares de imigrantes chegaram ao país, e o que sobrou para o negro? Nada, além do preconceito pela sua raça. Assim, respectivamente, um achava que eles são capacitados o bastante pra poderem competir sem número de vagas definidos, e o outro, acha que eles sofreram tanto que devem ter seus lugares reservados para “compensar” o sofrimento passado.
    A miscigenação é o que seria a cura para o preconceito, e pra começar a política de cotas deve ser abolida. Como viver em um país que querem que todos sejam iguais, se negros, índios e menos capacitados são favorecidos com vagas em uma universidade onde o branco muitas vezes luta pra entrar? Se é assim, também é preconceito com os brancos, e porque eles não têm cotas? Os negros, índios, e pobre não são menos capacitados intectualmente do que outros humanos, então porque o governo abre exceções pra eles? Esse é o maior preconceito do país, um país onde o governo compara o negro com um deficiente, como se a pele dele, fosse influenciar na sua racionalidade.

    Juliana Okata n:19

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  4. As cotas tornam-se preconceituosas a partir do momento em que ajudam os negros e índios a passarem no vestibular, pois todos são capazes de passar se se esforçarem. As cotas são apenas uma maneira de omitir que a educação no Brasil não é a mesma para todos, em escolas públicas, por exemplo, já que o sistema de educação é fraco, mas elas acabam se tornando um preconceito por insinuar que a raça negra não é tão capaz quanto a branca, o que não é verdade.
    o governo brasileiro deveria garantir educação igualitária a todos, assim haveria justiça e os preconceitos diminuiriam.

    Juliana Valente n°: 20

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  5. Querendo ou não, cotas tornam o Brasil com mais desigualdades, e mais preconceito.. o governo mesmo, ajuda para que tal, aumente. As cotas, não vão aumentar o nível de educação do Brasil. Ao mesmo tempo que querem privilegiar, negros, índios e aqueles com dificuldades, acabam insinuando que estes são menos capazes que os brancos, causando assim tal indiferença. Com relação a estudantes de escolas públicas, que também são privilegiados com as cotas, o ensino deveria ser melhorado e não eles privilegiados, pois quando estão interessados, seja aonde estiver, não vai ser o mal ensino que vão prejudicá-los. Enfim, as cotas são um meio de preconceito omitido.

    Heloisa Pepis, nº:15

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  7. As cotas que foram implantadas com a intenção de simplificar as desigualdades existentes em todo o mundo é uma questão muito polêmica e ao que tudo indica não vai deixar de ser tão cedo já que todos partem de uma diferente opinião. Florestan Fernandes, por exemplo, parte da ideia que temos uma dívida histórica com os negros pelos danos causados no passado e que deveriamos compensar as vítimas e seus descendentes, o que na realidade isso não acontece já que ''compensar'' grupos sociais ou povos por qualquer tipo de violência no passado raramente ocorreu durante a história. Em contrapartida Gilberto Freyre destaca a miscigenação e a coloca como forma positiva que até então era vista como forma prejudicial para o desenvolvimento da sociedade e propõe que os negros são apenas estudados como indivíduos inferiorizados e não que são realmente, tendo assim capacidade como qualquer outra pessoa independente de raça e cor.
    É aceitável que grupos discriminados e excluídos lutem e desejem um tratamento especial pelo setores privilegiados da sociedade e principalmente do Estado, por meio da educação, da assistência social e da saúde. Entretando, amenizar a gravidade desses problemas que atingem parte da população brasileira, inclusive os descendentes de escravos, estabelecendo cotas raciais para acesso às universidades, nos parece injustificado já que revela uma falta de compreensão completa do papel que essas instituições de ensino representam. Diferenciar os brasileiros pela sua raça, pela cor da sua pele e não pelos seus méritos do conhecimento adquirido nas escolas é PRECONCEITO e qual era o objetivo das cotas? Mais importante que estabelecer o impreciso regime de cotas raciais é o investimento que cabe ao governo para melhorar a qualidade das escolas, fazendo com que independente de serem brancos ou negros, ricos ou pobres alcancem condições IGUAIS de acesso as universidades.

    Amanda Yanaze nº02

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  9. Infelizmente o povo brasileiro q nao entra em universidades publicas por cota e as julga nao sabe o q se passa por dentro disso, muitas pessoas pobres ( maioria negra) quer realmente entrar em uma universidade pra ser bom naquilo que quer fazer, ao contrario de muitos filhinhos de papai q quer entrar para dizer q esta em uma universidade. As cotas nao sao injustas, o injusto é o governo querer esconder q as escolas publicas tem uma pessima educação, colocando entao cotas pra tudo, inclusive para os negros. Por essa desigualdade de opnioes a maior parte do brasil é preconceituosa em relação as cotas, Devemos antes de julgar algo, pesquisar e saber mais para depois falar alguma coisa.
    As cotas para negros vem desde muito tempo atras. O negro no brasil foi humilhado, por isso as cotas como um pedido de desculpa, Oq muitas pessoa nao sabem. A unica coisa em que devemos pensar é q todo cidadao brasileiro, rico ou pobre, tem direito de entrar em uma univercidade, por cotas ou nao, cada tem q fazer sua parte e parar de ter preconceito.

    Keroly Tainara Batista jovellone Nº 22

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  10. Na visão de Gilberto Freyre, a miscigenação toma conta do Brasil. Para ele, os negros não são vistos de forma negativa, pois neste país não há nenhuma raça definida. Já Florestan Fernandes analisa as questões raciais de forma historicamente mais completa: ele considera os fatos de que africanos foram trazidos para cá e submetidos ao trabalho escravo, mas que mesmo com a abolição da escravatura, eles continuaram nas mesmas ou em até mais precárias condições de vida, pois não tinham nem sequer uma pequena porção de terra para sua subsistência e muito menos estudo para conseguir um trabalho digno; o que fez com que os afro-descentendes se tornassem prejudicados social e economicamente desde muito tempo atrás. Levando então em conta a grande dificuldade que existe para se subir de classe social, os negros são pobres em sua maioria, o que sucede que eles tenham muito menos oportunidades que os brancos, não por falta de capacidade, mas sim por falta de oportunidade. Portanto, seguindo a linha de raciocínio de Florestan Fernandes, as cotas raciais são mais do que justas, mesmo porque, se não fossem, grandes universidades como todas as UF’s do Brasil não adotariam este sistema.

    Kelly Vida Leal nº21

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  11. O Brasil sempre foi conhecido pela sua miscigenação, pela mistura de povos e raça. Porém, o debate em relação as cotas raciais tem ocupado diversas mentes e diferentes opiniões. Uma grande parte da população brasileira apoiam o uso de cotas, esquecendo que tais projetos não vão resolver as desigualdades existentes no nosso país e muito menos promoverão a inclusão. Pra mim, as cotas é só mais um preconceito e racismo do próprio brasileiro, o que adianta dar cotas para índios, negros, estudantes de escola pública, o que parece é que temos a intenção de faze-los se sentir incapazes, que não são "inteligentes" como os brancos por exemplo. As cotas estimulam o racismo mas não só com os negros, mas também com os brancos que estão sendo prejudicados. Sei que no passado os negros sofreram muito, mas isso é passado.. Por exemplo hoje temos o presidente dos Estados Unidos que é o presidente do "mundo" e ele é negro, ou seja um dos homens mais importantes do mundo é negro, então acho que devemos pensar no presente e no futuro, não no passado! Acho que também vai da força de vontade da pessoa pra passar em uma boa universidade. Essa dicotomia de social e racial, precisa acabar, o Brasil tem que entender que tem os dois problemas, tem problemas sociais sérios assim como problemas raciais sérios que precisa ser enfrentados, mas não tendo mais preconceito..

    Mariana Camacho nº22

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  12. No nosso país e sua miscigenação da qual somos filhos, definir quem é negro, branco ou pardo é muito difícil. Creio que um sistema de cotas seja importante, o que é de se questionar é que o mesmo sejam vinculadas à cor da pele e não na sua condição social.
    Na concepção de Florestan Fernandes o Estado abandonou os negros, mesmo depois da abolição da escravatura, sendo a maior parte deles analfabetos, tornando-o a favor as cotas, como um meio de justificar tudo o que eles sofreram na época da escravidão. Mas para Gilberto Freyre os negros eram supervalorizados e defendiam suas culturas, sendo contrário as cotas, pois acreditava que os negros possuem a mesma capacidade para a disputa que os brancos.
    A solução ideal para esse constante debate político e social seria o fácil acesso para a educação pública de boa qualidade desde o ensino básico e políticas de ações que possam amenizar a distância existente entre as raças.

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  13. De acordo com Florestan Fernandes,as cotas foram criadas para amenizar as desigualdades que foram historicamente construídas. Foi necessário criar este mecanismo para que as pessoas de baixa renda, que viram das escolas públicas,ou então negros que sempre viveram as margens da sociedade desde a época da escravidão e até mesmo os índios para que pudessem ter oportunidades, que até então foram negadas, e assim , mudar sua história. As cotas por si só não da conta de resolver todos os problemas da desigualdade no Brasil,mas com certeza possibilita mudar o destino de alguns. Algumas pessoas são contra, alegando que essa ação das cotas descrimina mais ainda, dizendo que todos somos iguais,com as mesmas capacidades,mas com certeza essas pessoas que criticam,são brancas que estudam em escolas particulares e que não enfrentam os problemas desses cidadãos.


    Heloisa Toledo nº14

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  14. As cotas raciais são um modelo de ação afirmativa implantado em alguns países para amenizar desigualdades sociais, econômicas e educacionais entre raças. Mas dessa maneira , esse modelo de acão afirmativa está sendo desigual com qualquer que não esteja incluido nestas. O Brasil tem atualmente a segunda maior população negra do mundo e é inegável que o país tem uma dívida histórica com negros e indígenas. Por outro lado, as cotas raciais já prejudicaram várias pessoas que perderam vagas ou empregos para concorrentes com menor pontuação ou qualificação, pois essas cotas dando previlégios à essas pessoas , mesmo que não atingam o que precisam , conseguem vagas, enquanto aqueles que estudam e batalham para isso perdem a vez. Descordo plenamente com essas cotas , pois assim como eu , muitas pessoas concorrerão com eles e o que deveria ser feito para acabar com essas desigualdades educacionais , econônicas, é o governo fazer com que tenha um ensino de melhor qualidade nas escolas públicas para que essas pessoas consigam chegar ao nivel de quem estuda em escola particular ,e assim terão a mesma chance de entrar em qualquer falculdade , sem que seja "empurrado" pelas cotas. Enfim , sou totalmente contra cotas , pois todos deveríamos ser tratados de maneiras iguais e não dando previlégio para aqueles que são como nos , mas estudam em escolas de um ensino inferior ao nosso , ou que sejam indígenas e negros.

    Maria Clara nº25

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  15. as cotas estão sendo usadas pelo governo como uma forma de mascarar um problema gravíssimo do Brasil ,o descaso com o sistema educacional pois eles não conseguem dar uma educação de qualidade a todos e usam as cotas para não precisar resolver isso agora, ao contrario de ajudar ,as cotas, em alguns casos, acabam prejudicando algumas pessoas como há casos de pessoas que perderam suas vagas para pessoas que obtiveram notas inferiores mas que foram beneficiados pelas cotas fora que a cota pode ser caracterizada como uma forma de racismo pois da aos seus utilizadores a característica de incapazes .

    Gabriela Geha Cordeiro n12

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  16. No modo de vista pessoal,as cotas é algo que hoje em dia já nao é tao justo mais, pois foi no contexto de diminuir a desigualdade que as cotas surgiram, e se hoje formos pensar bem, é dai mesmo que parte o preconceito ! Porque se alguém frequento a mesma base de ensino que outro alguém negro esses dois tem a mesma capacidade de entrar em uma mesma universidade. Cotas deveria ser algo voltado pra escolas públicas com menos condições de ensino, ai sim seria algo de forma justa. Na visão de Gilberto Freyre, não deveria haver as cotas, pois pra ele o Brasil era uma pais onde não havia segregação racial, onde todos desde a época de escravos eram miscigenados, então esse seria o principio da igualdade. Ja Florestan, na sua percepção dizia que o negro não tinha tanta interação na sociedade de classes quanto deveria, ele no início era o mais pobre, o menos valorizado e por ai vai. Então considerando os fatos históricos para ele, seria algo certo a política de cotas.

    GABRIELA PEREIRA Nº10

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  17. Eu nao concordo com as cotas,pois essa é uma maneira que o governo esconde o que deve ser melhorado.As escolas publicas que todos dizem ter um menor ensino do que as particulares, por que essa educaçao nao melhorada para que os alunos de escolas publicas e particulares tenham o mesmo ensino de qualidade? Porque existem as cotas, que ajudam os alunos que estudaram no ensino publico, a passarem com mais facilidade no vetibular, mas a injustiça ocorre quando é um negro que estudo junto com o braco em toda sua epoca de ensino, e ter o auxilio da cota na hora de ser aprovado no vestibular.Florestan Fernandes defendia essa ideia,pois dizia que os negros nao eram tratados com deveriam nos seculos passados,pois trabalhavam muito e nao eram reconhecidos por nada,por isso defende a politica de cotas.Ja Gilberto Freyre, nao concorda com as cotas,pois o Brasil é uma naçao que nao há a segregaçao racial,que limita o local onde cada pessoa deve estar ou frequentar por causa de sua raça,diferente dos EUA, por isso concordo com a visao de Freyre, pois acho que hoje o preconceito por casa da cor já dimuniu muito em comparaçao com o que era,infelizmente nao totalmente.
    Caralina K n: 7

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  19. A questao das cotas para os negros nas universidades publicas é um argumento favoravel mais infelizmente nao é necessario .O FRORESTAN FERNANDES relatou como o negro se sentio quando a escravidao acabou e os europeus vieram para assumir o seu lugar na agricultura.O negro trabalhava demais emtroca nao ganhava nada como casa ,vida livre,eles tinham apenas que trabalhare se nao trabalhasse eles eeram punidos.Negros os que sao mais pobers,indio tem todo o direito de lutarpor uma vaga em uma universidade e sim com as cotas eles sao mais favorecidos.So que os outros alunos,estudantes ficarao com revoltas pois sabem que nao e necessario mais fazer o que ne!!!!.Todos nós somos iguais uns aos outrostodos nós temos inteligencia o suficiente para entrar em uma universidade sem o uso de cotas.
    JÉSSICA MAGALHAES N°18

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  20. Nas ideias propostas por Gilberto Freyre e Florestan Fernandes cada uma tem seus pontos fortes. Gilberto Freyre mostra em sua análise feita em cima de nossa miscigenação que os negros não são diferentes de ninguém, nem em nosso país nem em nenhum outro lugar. Já Florestan tem uma base de análise em nossa história em fatos com os negros, as dificuldades que eles passavam em nosso país antes e depois da escravatura e na época dos imigrantes.
    Mas particularmente não há uma explicação do porque das cotas, para mim as cotas são um dos maiores preconceitos feito pelas pessoas que concordam com isso. Ao aceitarem as cotas estão se menosprezando e se alto declarando incapacitados de entrar em uma faculdade. Essa é a maior mentira, pois não é minha cor ou classe social que vai me impedir de fazer o que quero, não, isso se chama falta de vontade. Essa lei é o maior comodismo para nossos governantes, pois porque melhorar nosso ensino publico ou melhorar a condição de vida de nosso povo se temos uma lei que aprova maior facilidade, menos gastos e maior desigualdade.
    Será mesmo que queremos igualdade ou o comodismo é mais fácil e simples?
    Se a ideia é sermos iguais então devemos repensar no que realmente queremos, porque IGUALDADE concerteza não é.

    Nurya Andrade n°33

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  21. A lei federal que trata sobre as cotas nas universidades publicas, em meu ponto de vista deveria ser tratada um pouco diferente do que realmente é. Há negros que tem ótimas condições de vida, tem um ensino educacional bom e uma boa moradia, ja esses não deveriam ser beneficiados pela lei das cotas em virtude de terem boas condições para entrarem em boas universidades publicas. Enretanto, os que frequentam uma escola pública e tem uma desigualdade social menor, deveria com a ajuda do governo ter uma maior oportunidade educacional.
    No caso do preconceito racial, Gilberto Freyre faz sua análise a partir de suas vivências pessoais na sociedade. vê a presença das 3 raças constituintes da população brasileira- Índios, Brancos e Negros - e afirma que no Brasil todos somos mestiços e identifica o Patriarcalismo como uma característica marcante do cultural brasileira. Ele afirma que no Brasil há uma Democracia Racial, ou seja, uma organização social onde as demais culturas e populações existentes conviveriam em igualdade e sem preconceitos. Ja Florestan Fernandes falava que os negros foram esquecidos, trazidos para o Brasil para trabalharem como escravos em fazendas e sujeitos a humilhações.

    Fernanda Manzini, nº41

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  22. COTAS está ai um assunto que é discutido a muitos anos, mas que nunca teve uma solução. Vive-se hoje em uma nação com raças diferentes (negros, brancos, pardos...), e por conta dessa diversidade que existem as cotas. Negros não podem colocar a sua cor como desculpa para o seu grau de inteligencia, todos nós sejamos brancos, negros ou pardos temos total capacidade de passarmos em um vestibular. Cotas é uma forma de "trazer igualdade" para o mundo, mas se fomos analisar tal questão veremos que ao em vez de trazer solução estamos cobrindo cada vez mais um problema. A democracia racial é de fato um mito, no sentido definido pelo próprio Florestan como uma "falsa consciência que oculta a realidade e simplifica as coisas", ou seja, estamos escondendo a verdade de que o negros têm a mesma capacidade e a sabedoria que os brancos possuem. Mas eles por sua vez se acomodam em pequenas leis. Mesmo com as cotas o negro diz estar passando por discriminação, podemos então tirar a conclusão que não é as cotas que vão solucionar ou ate mesmo diminuir esse problema. O problema não está na cor e sim nas condições de vida de um negro que na sua maioria é pobre tem, logo seus filhos provavelmente serão pobres. O preconceito para com os negros pode ser também uma causa para que eles se sintam tão a baixo dos brancos, mas temos que ter tal conclusão: RAÇA NÃO DEFINE NADA, se eles querem melhores condições de vida que busquem então com seu suor uma vida melhor, se eles querem as melhores universidades que busquem um melhor aprimoramento de sua capacidade intelectual; e não que se escondam em apenas um REGIME DE COTAS. Por tais motivos, alem de outros sou totalmente contras as cotas!


    Maria Izabela n°38

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  23. Minha concepção da obra de Freyre, é que a sociedade brasileira é entendida a partir das contribuições das raças brancas, índia e negra, onde a figura do senhor de engenho é como uma pessoa fundamental para o processo civilizatório do Brasil, porém não deixa de argumentar as brutalidades cometidas por eles, como agia com os seus escravos.Quando se tratando de cotas, Freyre nos deixa a impressão de que é impossível separar a condição do africano de sua condição de cativo no Brasil. Freyre propõe que os negros no Brasil não sejam considerados inferiores, mas sim estudados como indivíduos inferiorizados.Para Florestan, a permanencia do preconceito racial, da exlusao dos negros e da discriminaçao, apesar da intensa miscigenaçao operada na sociedade brasileira, é uma resultante da forma singular e incompleta pela qual se desenrolou, na evoluçao historica dessa sociedade, a transiçao de uma estrutura social organizada com base em estamentos e castas, propria do periodo escravista, para uma estrutura de classes.
    Alyna Ougo n°01

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  24. As cotas não qualifica a educação brasileira e sim cria um certo receio da capacidade de "cotistas" em poder entrar na faculdade!
    O Brasil, assim como diz Gilberto Freyre, é um país de miscigenação entre os povos (negros, brancos e pardos). A desculpa das cotas é o passado dos negros (Florestan Fernandes) onde até mesmo com a abolição da escravatura, os negros ainda continuaram a ser excluidos com o uso dos europeus. Há pessoas que tem o pensamento de que os brancos hoje tem mais oportunidades na vida, assim como diz florestan fernandes que as cotas são mais que justas, mais na minha concepção o Brasil só não tem todas as raças de mesmo nível pelas condições em que vive a educação pública brasileira.

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  25. Para Gilberto Freyre, a miscigenação está presente intensamente no Brasil. Para ele, os negros não são considerados como inferiores, porque no país em que nos encontramos não há nenhuma raça realmente definida, por causa dessa mistura que ocorreu. Porém, Florestan considera que os africanos que foram trazidos para o Brasil, foram submetidos ao trabalho escravo, mas mesmo com a evolução histórica, abolição da escravatura, eles continuam em uma situação difícil de vida, pois antes, para os negros não havia nem a possibilidade de se estudar, atrapalhando assim, o conseguir de um emprego digno dele, prejudicando – o tanto socialmente quanto economicamente, desfavorecendo – o perante a sociedade.
    Minha concepção sobre cotas é que, mesmo estas sendo aplicadas em vestibulares de muitas universidades, desfavorecem os não cotistas, sendo que todos tem a mesma capacidade de obter boas notas, tornando assim um país de desigual e preconceituoso, tornando inferiores aqueles que tem capacidade.

    Natiely Cavalcanti nº 32.

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  26. A forma que o governo busca para diminuir o preconceito na minha opinião está sendo errada, pois as cotas não ajudarão os que se sentem excluidos a se sociaizarem por uma falta de intelectualidade. O vestibular se por exemplo se torna possível para todos aqueles que se esforçarem e o sistema de cotas dificilmente vai conseguir com que o nível de educação o Brasil melhore por essa falta de intelectualidade.

    Lucas Magalhães nº40

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  27. cotas, um assunto muito discutido e comentado que causa muitas opiniões, tanto contra quanto a favor. Gilberto Freyre era a favor dos negros da sua integração ma sociedade, ele dizia que o Brasil se formo entre duas opiniões, os da casa grande e os da senzala com o tempo se tornaram comum vê-los juntos, cada vez mais os negros dentro da vida e dentro das casas dos homens brancos . Florestan Fenandes vai contra os ideais de Freyre os negros deixaram de se tornar escravos e se tornaram excluídos da sociedade, jogados sem garantia.
    Acho que somos todos iguais as, as origens foram diferentes e isso não tem como mudar, já vem de muitas décadas, mas as cotas não são uma integração dos negros e sim para disfarçar um erro do governo, pois se o governos aumentasse o ensino público, e as escolas estivessem em estado menos precário não precisaria de cotas, pois todos teriam o mesmo ensino.

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  28. Se eles querem tanto incluir o negro, o índio, o pobre, ou qualquer um desses, na sociedade, que comecem investindo em escolas e a lutar pelo bem-estar dos menos favorecidos.Florestan, os negros foram prejudicados e ao mesmo tempo não foram com a abolição da escravidão, porque apesar de estarem livres, o trabalho deles se desvalorizou.Ja de Gilberto Freyre, não deveria haver as cotas, pois pra ele o Brasil era uma pais onde não havia segregação racial, onde todos desde a época de escravos eram miscigenados,que é o que seria a cura para o preconceito.
    As cotas raciais já prejudicaram várias pessoas que perderam vagas ou empregos para concorrentes com menor pontuação ou qualificação, pois essas cotas dando previlégios à essas pessoas , mesmo que não atingam o que precisam , conseguem vagas, enquanto aqueles que estudam e batalham para isso perdem a vez

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  29. Mesmo que nenhum dos autores não tenha vivido em um momento onde as cotas eram questionadas, os argumentos respectivos a esse tema dados por eles deixam bem claro quais seriam suas opiniões. Gilberto, que em sua obra “Casa Grande e Senzala” , analisa a sociedade colonial brasileira dividindo-a em senhores e escravos. Ele trata também sobre a democracia racial, que não houve, mas mostra que com a miscigenação os povos se misturaram, se influenciaram culturalmente. Mas se fossemos pensar sobre as cotas, em sua opinião, poderíamos dizer que ele seria contra, já que ele faz uma divisão estreita entre as raças. Já Florestan, se mostraria a favor das cotas pois ele sempre trata a miscigenação no Brasil, que acontece depois da abolição da escravatura, pois ele diz que os negros são abandonados, que eles tem dificuldades de conseguirem viver bem na sociedade urbana. Por isso, eles deve ser reconhecidos, privilegiados. Mas na minha opinião, o Gilberto Freyre é que está correto, já que, com a miscigenação, todos tiveram as mesmas oportunidades, e direitos. Portanto, mesmo com a desigualdade existente, as cotas não deveriam existir já que, os próprios negros estão se mostrando preconceituosos, afirmando que eles são menos capazes do que os outros. A democracia racial, deve existir sim, mas não ser obrigada com restrições ou privilégios. Até porque, toda a sociedade brasileira deve admitir que a diversidade de raças e culturas no Brasil deve ser preservada, valorizada, para que quando a história for contada tenhamos ainda provas, e formas de conviver com as pessoas de diferentes etnias, culturas e cores.

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  31. Sabe-se que o Brasil é um pais de povos miscigenados,assim como afirmava Freyre, que dizia que no Brasil o negro e o branco conviviam juntos, sem grandes separações.Podemos ver o conceito de miscigenação no primeiro argumento da questão, já no segundo argumento podemos ver a teoria de Florestan, que dizia que o negro nao teve apoio do governo para se incluir socialmente, ele foi menosprezado e considerado inferior, entao sempre esteve em desvantagem.Agora por que cotas especificas, se somos considerados iguais intelectualmente?Aceitar as cotas é deixar rotular o negro como um ser inferior intelectualmente ao branco.Mas as cotas independentes,de quem sejam direcionadas, vem para esconder a realidade no qual o Brasil sem encontra:o governo não investe na educação. As cotas vem para disfarça o descaso com a educação da sociedade.Basta agora os brasileiros pararem pra pensa na sociedade quem vivem.
    Nathalia Vilela nº39

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  32. há ± um minutoBeatriz Bruniera
    Para Florestan, o negro é um ser explorado que mesmo sendo liberto nao conseguiu se integrar na sociedade nao tendo os mesmos direitos de um branco livre. Por este motivo, cotas raciais parecem justas, visto que vivemos em um pais racista e desigual.. Por outro lado vemos a questão que Freyre levanta sobre o fato de o Brasil ser um país miscigenado, resultado do processo de democracia racial ao contrario da exclusao social (como nos EUA). No entanto, a mistura de raças acaba sendo mais tolerante, e a relaçao de negros e brancos no Brasil é mais harmoniosa comparada à dos EUA.
    Sobre o meu particular ponto de vista em relação a cotas é contra. Tanto as raciais como a de escolas publicas. Defendo a tese de que o governo deve resolver o problema da educaçao no Brasil, investindo nela ao invés de tentar mascarar o problema com a politica de cotas.
    Vale ressaltar também que o Brasil, por ser um país de contrastes, miscigenado, com diversidades,diversas etnias, cores, religiões etc.. lida com isso de uma forma natural imposta desde a sua colonizaçao. O brasileiro se adaptou a esta forma de sociedade e assim vive sem tantas restriçoes em relaçao ao diferente.

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    1. Beatriz. Bruniera. N:4.
      Ps: ton eu mandei pelo da mari pq eu n consegui mandar pelo meu ok??

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  33. Pode-se afirmar que negros sofreram muito no passado, e que sua integração na sociedade nao foi tao facil o quanto imaginamos, sendo eles de familias humildes e sem conhecimento(escravos), porém hoje em dia tudo mudou, a nossa educação mudou, principalmente, sao poucos os brasileiros que tenham o ridiculo ato de repulssao aos negros, sendo assim, estao integrados na sociedade! mesmo sendo a maioria de uma classe mais baixa... as cotas é a solução que o governo criou para mascarar o problema da má qualidade no ensino, dando mais oportunidades aos de escolas publicas e negros, se governo ingressar os jovens cotistas em uma faculdade nao ficara tao evidente o pessimo nivel de ensino publico, mesmo que negros de escolas particulares nao entram em cotas, é injusto com os ''brancos de escola publica'' pois os dois deveriam ser vistos igualmente pelo governo, ate porquee tiveram os mesmos ensinos e oportunidades, em sua historia negros lutaram tanto pela igualdade e hoje sofrem a maior desigualdade possivel, sao separados de uma sociedade total

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  34. Florestan achava que os negros eram injustiçados, e tb achava que o governo fazia pouco caso dele. Ele era a favor das cotas, pois para ele, os negros eram pobres e nao tinham a educação necessária que os brancos tinham em suas casas.
    Gilberto achava que os brasileiros eram miscigenados e nao tinham diferenças entre negros e brancos, nao precisando existir as cotas tao usadas hoje em dia.
    O governo brasileiro usa as cotas para disfarçar o fracasso que esta a educação publica do nosso pais. Dando uma desculpa com os argumentos de Florestan para mascarar o que eles fazem com o dinheiro que devia ser destinado a educação brasileira.

    Mariana segabinazzi numero 26

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  35. No Brasil o sistema de cotas foi adotado nas universidades e faculdades para acabar com a desigualdade social e dar oportunidades aos menos favorecidos, como por exemplo alunos de escolas pública ou até mesmo negros e índios, mas isso vem causado uma grande discussão entre os estudantes, porque muitos jovens vem sendo desfavorecidos pelo sistema de cotas,já que perdem suas vagas para alunos cotistas. Na minha opinião não deveria existir cotas raciais, pois não importa a cor da pele, todos temos a mesma capacidade de aprendizagem.

    Lucas V. Oliveira Nº24 2ºano A

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  36. No Brasil o sistema de cotas é algo falho devido a forma como o país foi formado com suas miscigenações desde sua colonização tornando o povo brasileiro apenas uma mistura de raças,o sistema de cotas se tornou algo que funciona apenas para mascarar a diferença no ensino público com a de escolas particulares.

    Thiago S. Marconi Bettini nº35 2ºano A

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  37. Ton to mandando esse comentário hoje porque aqui na minha cidade fico sem telefone por mais ou menos 3 dias, por causa que depois que começou a sair sol eles começaram a concertar os postes e fios.

    No Brasil é dito que as cotas são para a igualdade social, mais na minha concepção as cotas só são outro tipo de preconceito pois para mim a igualdade social é quando tudo é igual para todos.Eu sou totalmente contra as cotas raciais pois isso acaba sendo mais um preconceito só que disfarçado.
    Floresta é a favor de cotas pois ele achava que os negros eram maltratados, excluídos da sociedade e por isso os negros acabavam sofrendo tanto que acabavam ficando com muitas dificuldade,ja Gilberto acha que os brasileiros são todos miscigenados ou seja todos somos misturas de varias regiões do mundo por isso não ha porque haver cotas raciais.

    Matheus Rogatte N° 29

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  38. Ton to mandando esse comentário hoje porque aqui na minha cidade fico sem telefone por mais ou menos 3 dias, por causa que depois que começou a sair sol eles começaram a concertar os postes e fios.

    No Brasil é dito que as cotas são para a igualdade social, mais na minha concepção as cotas só são outro tipo de preconceito pois para mim a igualdade social é quando tudo é igual para todos.Eu sou totalmente contra as cotas raciais pois isso acaba sendo mais um preconceito só que disfarçado.
    Floresta é a favor de cotas pois ele achava que os negros eram maltratados, excluídos da sociedade e por isso os negros acabavam sofrendo tanto que acabavam ficando com muitas dificuldade,ja Gilberto acha que os brasileiros são todos miscigenados ou seja todos somos misturas de varias regiões do mundo por isso não ha porque haver cotas raciais.

    Matheus Rogatte N° 29

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  39. A superação das desigualdades socioeconômicas impõe-se como uma das metas de qualquer sociedade que aspira a uma maior igualdade social. Em face aos problemas sociais, algumas alternativas são propostas para atenuação de desigualdades que mantém em condições díspares cidadãos de estratos distintos. Uma das alternativas propostas é o sistema de cotas que visaria a acelerar um processo de inclusão social de grupos à margem da sociedade.
    O conceito de cotização de vagas aplica-se , geralmente por tempo determinado. Estas populações podem ser grupos étnicos ou raciais, classes sociais, imigrantes, afro-descendentes, deficientes físicos, mulheres, idosos, dentre outros.
    A justificativa para o sistema de cotas é que certos grupos específicos, em razão de algum processo histórico depreciativo, teriam maior dificuldade para aproveitarem as oportunidades que surgem no mercado de trabalho, bem como seriam vítimas de discriminações nas suas interações com a sociedade.

    Uma das contradições relacionadas às cotas de cunho racial frequentemente citadas diz respeito à institucionalização do racismo: para alguns críticos, a distinção de etnias por lei acabaria por agravar o racismo já existente.
    Algumas controvérsias específicas às cotas de cunho racial residem no fato de que seria difícil definir quem teria direito a tais políticas. Alguns defendem o critério de autodeclaração, outros defendem a instauração de uma comissão de avaliadores que, baseados em critérios objetivos e subjetivos, decidiriam quem teria direito às cotas. Esta questão não é ponto pacífico, pois não há consenso sobre o tema. Em geral, as cotas raciais são voltadas para a população autodeclarada negra - podendo abranger os pardos que se declarem negros. Um caso ocorrido em 2007 na Universidade de Brasília, reacendeu a polêmica, pois dois gêmeos univitelinos foram classificados como sendo de etnias diferentes.
    Ações de inconstitucionalidade já foram propostas por alguns políticos e entidades da sociedade civil contra o sistema de cotas. Outros também se mobilizaram na defesa da reserva de vagas.
    Ocorre também que, ao analisar o sistema de cotas, sua aplicabilidade e seus possíveis bônus ou ônus, deve-se perceber que qualquer ação afirmativa, que busca transpor as desigualdades e a igualdade material (utopicamente), deve ser aplicada por um determinado tempo, ou seja, não é um instituto que deva ser aplicado com um finalidade definitiva .Juntamente a isso, há de se entender que as ações afirmativas, como o sistema de cotas, devem possuir ações conjuntas, atacando o problema desde a sua raiz, pois nenhum problema social foge da deficiência das estruturas de base, como educação, distribuição de renda, falta de oportunidade, e outros.

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