quarta-feira, 18 de abril de 2012

Transformações na Família


As mudanças ocorridas durante o final do Século XIX e ao longo da primeira metade do Século XX, tiveram implicações diretas nas famílias brasileiras da segunda metade do Século XX, principalmente na saída da mulher para o mercado de trabalho, na educação dos filhos, na impessoalidade nas relações sociais, no controle da natalidade e no enfraquecimento dos laços de parentesco.

Historicamente, a preservação parcial da economia latifundiária explicaria, segundo Teruya (2000, p. 10), a manutenção das enormes desigualdades sociais no país, juntamente com as relações semi-patriarcais, principalmente nos estados do Norte. Por outro lado, o desenvolvimento da economia industrial no Sudeste é que passou a transformar a família, fazendo com que ela se nuclearizasse, para atender melhor as demandas da sociedade moderna, e com que perdesse a sua função reprodutiva.

Para a autora, a condição urbano/rural foi a baliza para determinar o tipo familiar. E, também, que a união do processo de urbanização e da industrialização da sociedade no século XX, juntamente com o fenômeno da migração, fizeram com que o controle da produção passasse gradualmente da família para os empresários capitalistas e para o Estado. Em decorrência desta união ocorreram o enfraquecimento das relações de parentesco, a redução do tamanho da família e a redução do poder do pai e do marido. (TERUYA, 2000, p. 10).

Atualmente as famílias são formadas por diversas estruturas: por exemplo, há mães solteiras com seus filhos; pais com filhos adotivos; famílias formadas por casais que já tiveram outros casamentos com filhos e decidiram ter outros filhos dessa união; temos ainda famílias formadas por um casal e um “animal de estimação”... e, também, se questiona se podemos considerar família o solteiro adulto que vive sozinho.

De modo, dois fatores recentes precipitaram toda essa transformação na organização familiar. O primeiro fator foi a legalização do divórcio, que, no Brasil, virou lei em 1977. O segundo foi o surgimento da pílula anticoncepcional, que garantiu aos homens e às mulheres a alternativa de uma vida sexual desvinculada da patenidade/maternidade. 12 O flagrante da revolução contemporânea, porque passa a população e a família brasileira, se completa com núcleos familiares formados por minorias como os homossexuais (com casamento e adoção de crianças) e por conta das novas técnicas de reprodução (inseminação artificial, doador de esperma, barriga de aluguel, etc.). A respeito destas famílias alternativas, Danda Prado, em 1981, já apontava quatro formas de famílias cujas principais características as diferenciavam das formas tradicionais:
a) A família criada em torno a um casamento dito “de participação” – trata-se aí de ultrapassar os papéis sexuais tradicionais.
b) O casamento dito “experimental” – que consiste na coabitação durante algum tempo, só legalizando essa situação após o nascimento do primeiro filho. c) Outra forma de família seria aquela baseada na “união livre”.
d) A família homossexual, quando duas pessoas de mesmo sexo vivem juntas, com crianças adotivas ou resultantes de uniões anteriores, ou, no caso de duas mulheres, com filhos por inseminação artificial. (PRADO, 1981, p. 19-22). Diversos estudos sobre a história da família, desigualdade e exclusão social e valor familiar tem fornecido elementos que ajudam a entender os rumos das mudanças porque tem passado as famílias na sociedade brasileira. As transformações ocorridas dentro e fora das famílias nas últimas décadas, segundo Fukui (1998, p. 18-19), passam, principalmente, pela mudança de valores, pois o valor da família não revalece mais sobre o dos sentimentos individuais das pessoas. Por muito tempo e ainda hoje, os valores associados à família estiveram sempre apoiados num princípio que atrelava a sexualidade, reprodução e casamento, resultando num modelo de família conjugal, com casamento indissolúvel e monogâmico.

Fukui também aponta que modificações essenciais ocorreram no plano das práticas, que, por sua vez, repercutiram no plano dos valores e paulatinamente foram mudando as representações de família na sociedade brasileira. A esse respeito ela assinala três grandes transformações. Primeiro, ocorreu a separação da sexualidade e da reprodução: o número de filhos começa a ser previsto ou planejado. Segundo, a reprodução dissociou-se do casamento: não há mais filhos ilegítimos. E, finalmente, a sexualidade dissociou-se do casamento: reconheceu-se o direito às uniões consensuais. Estas transformações marcaram de tal forma a sociedade brasileira, que a lei brasileira teve que adaptar e assimilar uma série de mudanças.

a) Família: Para o novo Código Civil a definição de família abrange a unidade formada por casamento, união estável ou comunidade de qualquer genitor e descendente. No Código de 1916, “família legítima” era definida apenas pelo casamento oficial. b) Casamento: O casamento passou a ser a “comunhão plena de vida, com base na igualdade de direitos e deveres dos cônjuges”. É apenas uma das formas para constituir família. O novo texto reconhece ainda a união estável. c) Filhos: Filhos adotados e concebidos fora do casamento têm direitos idênticos aos dos nascidos dentro do matrimônio. Eliminou-se a pejorativa distinção entre “legítimos” e “ilegítimos” para designar os descendentes. d) Igualdade dos sexos: A palavra “pessoa” substitui “homem”. O “pátrio poder”, que o pai exercia sobre os filhos, passa a ser “poder familiar” e é atribuído também à mãe. A família é dirigida pelo casal, e não mais apenas pelo homem. e) Guarda dos filhos: A lei do divórcio de 1977, atribuía a guarda dos filhos ao cônjuge que não tivesse provocado a separação ou, não havendo acordo, mãe. Hoje, é concedida a “quem revelar melhores condições para exercê-la”. (PEREIRA, 2003, p. 86).

Voltando nosso olhar para os dados numéricos produzidos pelo IBGE nas últimas décadas do século XX, vemos que as mudanças ocorridas nas famílias, dentro e fora de casa, atingiram todos os segmentos sociais. Porém, em se tratando de família é difícil afirmar o que influenciou o que. Mudaram as relações de trabalho, o poder aquisitivo, as crenças da ciência. .e a legislação. Cada mudança tem a sua parte na responsabilidade do formato das famílias na virada do século XXI, porém um aspecto é inegável: as mulheres foram as principais protagonistas das mudanças ocorridas na família nas últimas décadas do século XX. A dinâmica populacional brasileira vem, segundo diversos autores, passando por uma transição demográficae experimentando rápidas transformações ao longo do século XX, como por exemplo: a) a redução da imigração internacional; b) a queda da mortalidade seguida no tempo pela queda das taxas de fecundidade; c) aumento das migrações da área rural para a urbana; d) mudanças na distribuição etária com o envelhecimento da população; e, e) a diminuição do número de crianças e adolescentes. A esse respeito, Beltrão, Camarano e Kanzo (2004, p. 1) salientam que o movimento de passagem de um estágio de população relativamente estável, em função de taxas de mortalidade e fecundidade altas, a um estágio e mortalidade e fecundidade baixas, estaria, no Brasil, acontecendo em velocidade acelerada, principalmente, se comparado à experiência européia. Portanto, o Brasil estaria completando, de forma rápida, o que se convencionou chamar de “transição demográfica”. Movimento, este, que chegou a durar mais de 1000 anos em alguns países da Europa.

A proporção de pessoas de 0 a 14 anos de idade na população total, que em 1950, 1960 e 1970 se apresentava estável, em torno de 42%, passou a apresentar declínio: de 38,2% em 1980, para 34,7% em 1991 e para 29,6% em 2000. Por outro lado, a proporção de pessoas de 15 a 64 anos e de 65 anos e mais aumentou. Porém, enquanto a primeira nos anos 50, 60 e 70 ficava em torno de 55%, passando a aumentar nos anos seguintes: 57,7% em 1980, 60,5% em 1991 e 64,5% em 2000, a segunda apresentava aumentos sucessivos: 2,4% em 1950, 2,8% em 1960, 3,1% em 1970, 4,0% em 1980, 4,8% em 1991e 5,9% em 2000.

Os dados do Censo 2000 mostram que a razão de dependência, da população total do País, estava em torno de 55% e, também, que 27% das pessoas de 60 anos ou mais são esponsáveis por mais de 90% do rendimento familiar; 66,8% se encontram aposentadas; 11,2% eram pensionistas; e, do total de 8 milhões de pessoas na faixa de 55 anos e mais, 15% acumulam benefícios previdenciários. Também o rendimento médio das famílias chefiadas por mulheres idosas (R$ 347,00) é superior a de famílias mantidas pelos homens idosos (R$ 304,41). Mais uma prova de que o mundo dos idosos hoje, sem dúvida, é das mulheres é o fato de que 55% das pessoas maiores de 60 anos são mulheres.

Outro fato ligado ao envelhecimento da população é que cada vez mais aposentadas estão chefiando as famílias. De fato, de rainha do lar as brasileiras de 60 anos e mais deixam o posto de dona de casa e se tornam provedoras de filhos e netos e das despesas domésticas.
Segundo Camarano (2003, p. 51), isto acontece porque nas duas últimas décadas, 1980 e 2000, a proporção de mulheres idosas sem rendimento declinou expressivamente (de 63,6% paras 20,2%); as que recebem benefícios oficiais aumentou expressivamente (de 6,7% para 74,5%); e, também, porque é mais alta a proporção de viúvas (de 11,4% para 36,8%). O índice de envelhecimento passou de 13,9%, em 1991, para 19,7%, em 2000. Este processo de envelhecimento, segundo Bercovich e Pereira (2003, p. 26), é explicado pela continuação do processo de declínio da fecundidade e simultaneamente, o crescimento da esperança de vida, tanto dos homens como das mulheres.

Movimento de passagem de altos para baixos níveis de mortalidade e de fecundidade. Pode ocorrer em três fases: 1) quando a fecundidade e mortalidade são altas, ocasionando baixo crescimento populacional; 2) quando a mortalidade se reduz e a fecundidade permanece constante, ocasionando crescimento populacional elevado; e 3) quando a fecundidade e a mortalidade são baixas, ocasionando baixo crescimento populacional.

Razão entre a população potencialmente inativa (0 a 14 anos e 65 anos ou mais de idade) sobre a potencialmente ativa (15 a 64 anos de idade). Relação entre a população de 65 anos e mais e a população de menos de 15 anos. A taxa de fecundidade total, que nos anos 50 e 60 girava em torno de 6,2 filhos por mulher, caiu para 5,8 em 1970, 4,6 em 1980, 2,8 em 1991 e, em 2000, está em torno de 2,3. A esperança de vida ao nascer que em 1950 estava em 43,3 anos, nos anos censitários apresentou aumentos cada vez maiores: 48,0 em 1960, 52,7 em 1970, 62,5 em 1980, 66,9 em 1991 e 70,4 em 2000. As taxas de alfabetização e analfabetismo que em 1950 praticamente dividiam a população ao meio, pois apresentavam valores semelhantes – 49,4% e 50,6% – começam a ficar, cada vez mais, distantes uma da outra – 60,3% e 39,7% em 1960; 66,2% e 33,8% em 1970; 74,5% e 25,5% em 1980; 79,9% e 20,1% em 1991; e, 86,4% e 13,6% em 2000. Embora tenha tido esta ascensão, ainda não pode ser considerado o ideal. O outro aspecto importante da população brasileira, em 2000, refere-se aos anos de estudos concluídos pelos brasileiros. De um total de quase 147 milhões de pessoas com 7 ou mais anos de idade, aproximadamente 1/3 teve ou tem de 4 a 7 anos de estudo. Segundo Pinto et al (2003, p. 47), se levarmos em consideração que a Educação Básica exige um tempo mínimo de 11 anos de estudos, sem contar com a experiência e desenvolvimento cognitivo e social adquirido na Educação Infantil, somente algo em torno de 18% da população consultada teve ou tem os anos de estudo necessários à sua formação básica. Em 2000 os lares ocupados por uma pessoa sozinha aumentaram 64%. Os divórcios triplicaram. O número de casamentos legais diminuiu 12%. O número de mulheres que criam seus filhos sozinhos resceu 53%. Muitas famílias brasileiras já não seguem o modelo tradicional de pai, mãe e filhos de um único casamento. 19,4% das famílias organizam-se de formas nas quais no mínimo um dos pais está ausente. Um em cada quatro domicílios tem três gerações morando juntas.

Enquanto o número de casais em união civil e religiosa, entre 1980 e 2000, teve um decréscimo, passando de 63,9% em 1980, para 58,3% em 1991 e para 49,4% em 2000, o número de uniões consensuais, no mesmo período aumentou consideravelmente, passando de 11,7% em 1980, para 18,5% em 1991 e para 28,6% em 2000. Por outro lado, nos quatro últimos anos censitários o número de pessoas morando sozinhas apresentou aumento em todos os anos: 4,9% (1970), 5,8% (1980), 6,5% (1991) e 8,6% (2000).

O panorama da nupcialidade dos brasileiros, com base nos dados do Censo Demográfico do ano 2000, apresenta, segundo Simões et al (2003, p. 35) características, quanto à situação conjugal, que consistem no declínio da proporção de solteiros, no crescimento da proporção de desquitados, separados judicialmente e divorciados e na manutenção da proporção de casados e de viúvos em relação ao Censo Demográfico 1991. Outra característica revelada foi a redução da proporção das pessoas que não viviam em companhia de cônjuge, mas que já viveram em união e que declararam-se casadas.

Outra tendência aponta por Simões et al (2003, p. 25) é que os resultados censitários, sobre as pessoas unidas, mostraram que, enquanto as uniões legais vêm declinando ao longo dos censos, as uniões consensuais vêm aumentando, principalmente, dentre os mais jovens.
Outro fato é que os homens se unem mais tarde que as mulheres. De 1970 para 2000 o número de domicílios chefiados por mulher subiu de 18,1% para 26,5%. O Distrito Federal, em 2000, apresenta o maior percentual de domicílios com mulheres chefes (34,6%), seguido do Rio de Janeiro (32,2%). A família encolheu. Tendência, esta, que vem se verificando ao longo das últimas décadas. Em média, em 1991, cada família tinha 3,9 pessoas, passando, em 2000, para 3,5.

Porém as famílias residentes nas áreas rurais, embora tenha diminuído, continuam sendo maiores que as residentes em áreas urbanas. Em 1991, em média, as famílias urbanas possuíam 3,8 pessoas e as rurais 4,4, passando, em 2000, para 3,4 e 4,0, respectivamente.
Em número de componentes os domicílios também encolheram. Enquanto no Século XIX e início do Século XX as famílias apresentavam-se extensas, com um número elevado de membros, como, por exemplo, no ano de 1920 em que o número médio de pessoas por domicílio correspondia a 7,73 pessoas, os dados da segunda metade do Século XX mostram decréscimo. No Quadro 1 verifica-se que o número médio de pessoas por família passou de 5,18 pessoas para 3,52 pessoas entre 1960 e 2000 e que o número médio de pessoas por domicílio decresceu de 5,20 pessoas para 3,79 pessoas no mesmo período.

No período inter-censitário (1991-2000), em parte como conseqüência da transição demográfica ocorrida no País, houve, segundo Sabóia e Caillaux (2003, p. 61), uma diminuição no número de domicílios com mais de uma família, assim como uma queda na densidade de moradores por dormitório. Para o total do Brasil, a proporção de domicílios com mais de uma família residente diminuiu de 6,8% em 1991 para 6,5% em 2000, fenômeno este também verificado nas Regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (6,2% para 5,4%; 6,4% para 5,3%; e 6,4% para 5,5%, respectivamente), porém, nas Regiões Norte e Nordeste ocorreram aumento (9,2% para 10,4% e 7,6% para 8,4%, respectivamente).
Em relação a densidade de moradores por dormitório, os dados apontam que a proporção do número de domicílios com até dois moradores por dormitório apresentou aumento, tanto no total do Brasil quanto em todas as regiões. No Brasil esta proporção passou de 62,9% (1991) para 72,3% (2000).

Comentários finais
A família brasileira, neste novo milênio, aparece como uma nova família: com novo formato, novo modelo, cara nova, etc. O álbum de família moderno requer legendas cada vez mais encorpadas para explicar quem é quem. Embora o arranjo familiar composto de casal com filho, com ou sem parentes, seja, ainda, a maioria do total de arranjos (61,0% em 1991 para 55,7% em 2000), em muitos lares não existe mais o modelo clássico, com pai, mãe e filhos do mesmo casamento, o que é demonstrado pelo grande aumento de casais que vivem em união consensual (18,3% em 1991 para 28,3% em 2000); pelo número crescente de pais e mães sozinhos que criam os filhos (16,8% em 1991 para 19,4% em 2000); e pelo crescimentodo número de separações judiciais e divórcio que entre 1993 e 2003 aumentaram 17,8% e 44%, respectivamente. São estatísticas que confirmam, na prática, a mudança no conceito de família. Embora o modelo nuclear ainda seja maioria, cresce a incidência de novos arranjos.Ao olharmos o retrato das famílias atuais, segundo Pereira (2003, p. 82), poderemos os deparar com algumas situações que deixariam nossos avós admirados: aquele que parece ser o pai é o padrasto; a moça com uma criança no colo não é a mãe, mas uma meia-irmã; os três jovens que dividem o mesmo teto são um casal e uma amiga; e aquela que parecia ser a mãe pode ser na verdade a namorada dela, etc. Além do mais, acrescenta Pereira, os domicílios são ormados por gente morando sozinha, avós ou tios criando netos, casais sem filhos, “produções independentes” e outras tantas alternativas, como, por exemplo, os grupos de amigos que decidem morar junto para dividir um apartamento grande. E não se trata, no caso, de estudantes de orçamento apertado, mas de adultos com trabalho fixo e contracheque.

Outras situações familiares, nos tempos atuais, estão cada vez mais freqüentes. Algumas, de temporárias, acabam virando definitivas, como o homem que se separa da mulher e volta a morar com os pais, “apenas por alguns dias”, ou então aquelas em que os filhos adultos permanecem residindo na casa dos pais e retardam ao máximo o grito de independência, prolongando a convivência familiar e saindo, apenas, quando julgam que está na hora de constituir uma nova família ou de morar sozinho. A nova família, que anteriormente era definida pela obrigação e hoje é definida pelo afeto, cada vez mais aparece no cenário nacional, num debate em torno do presente e do futuro da instituição família e do valor da família diante da generalização do individualismo. A esse respeito, Lia Zanotta Machado em entrevista concedida a Pereira (2003, p. 84), aponta que o valor da família não prevalece mais sobre os dos sentimentos individuais das pessoas, visto que até a metade do Século XX para se formar uma família predominava fortemente a relação de consangüinidade e hoje, o mais importante é a relação amorosa.

Os avanços tecnológicos permitiram que se pudesse limitar o número de filhos e que se pudesse viver por muito mais tempo, trazendo implicações diretas no tamanho e na estrutura da família. Segundo Berquó (1989, p. 13), a competição entre os sexos influenciou os desejos e as decisões de entrar e de sair de uniões conjugais, afetando diretamente o celibato, a idade de entrada em união, o tipo de união conjugal escolhido, sua duração, seu rompimento e início ou não de novas uniões. Quanto às mudanças e perspectivas futuras da população e da família brasileira, tudo indica que os três aspectos, apontados por Goldani (1994, p. 18), são e continuam sendo importantes nos rumos futuros a serem tomados, tanto pelo Estado quanto pela população. Primeiro, os prognósticos demográficos para os próximos anos e seus impactos sobre a estrutura populacional e sobre a composição das demandas por serviços públicos e familiares. Segundo, as tendência e perspectivas institucionais que caracterizam as políticas sociais e econômicas do Estado brasileiro e as chances de participação da população. Finalmente, o potencial de mudanças da família frente aos fatos atuais e às expectativas das pessoas quanto aos valores e comportamentos em áreas sensíveis de mudanças na família, tais como: relações entre os sexos e casamento, filhos, e as novas condições da mulher.

Porém, no futuro, mesmo que a contínua dependência da mulher em relação ao marido, dos filhos com os pais e vice-versa mantenha-se em declínio, visto que cada vez mais mulheres e filhos estão no mercado de trabalho e desafiam os esquemas de dependência e responsabilidades no interior do núcleo doméstico, a família não deixará seu papel de refúgio ou de último recurso ao qual seus membros recorrem, pois é na família que nos momentos tristes buscamos consolo, amparo e esperança; nos momentos de alegria encontramos confraternização; e nos momentos de dificuldade encontramos apoio e solidariedade.

92 comentários:

  1. O artigo trabalhado acima demonstra claramente as transformações passadas pela família brasileira ao longo do ultimo século. Quais foram os principais fatores que modificaram a família no Brasil? Como as analises estatísticas do Censo nos ajuda a compreender esse fator??

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    2. O primeiro fator foi a legalização do divórcio, que, no Brasil, virou lei em 1977. O segundo foi o surgimento da pílula anticoncepcional, que garantiu aos homens e às mulheres a alternativa de uma vida sexual desvinculada da patenidade/maternidade.
      Outras situações familiares, nos tempos atuais, estão cada vez mais freqüentes. Algumas, de temporárias, acabam virando definitivas, como o homem que se separa da mulher e volta a morar com os pais, “apenas por alguns dias”, ou então aquelas em que os filhos adultos permanecem residindo na casa dos pais e retardam ao máximo o grito de independência, prolongando a convivência familiar e saindo, apenas, quando julgam que está na hora de constituir uma nova família ou de morar sozinho. A nova família, que anteriormente era definida pela obrigação e hoje é definida pelo afeto, cada vez mais aparece no cenário nacional, num debate em torno do presente e do futuro da instituição família e do valor da família diante da generalização do individualismo


      Beatriz Gasparotto N² 02 1° ANO A

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    3. o fato foi a legalizaçao do divórcio,porque no seculo XIX,a mulheres não era valorizada ,que elas não podia trabalhar fora de casa,elas so podia ser donas de casa ,criar seu filhos e dar educar seus filhos.hoje em dia as mulheres são mais valorizadas ,são chamadas para trabalho porque elas se dedicam se mais ao seu trabalhos e também as mulhares queriam ser idenpendente e CONQUISTANDO LIBERDADE FINANCEIRA E NÃO MAIS DEPENDENDO DO MARIDO PARA SE SUSTENTAR, ASSUMINDO SOZINHA O PAPEL NA EDUCAÇÃO E CRIAÇÃO DOS FILHOS.

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    4. Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, a estrutura das famílias brasileiras mudou radicalmente, mudou muito seu padrão. A chegada das indústrias mudou o pensamento das pessoas, que passaram a pensar de uma forma mais certa sobre o homem e a mulher, depois disso, a mulher passou a ser muito mais valorizada. O IBGE mostra através de números, quantas e quais tipos de famílias existem hoje e também, quais fatores q está formando novos tipos de padrões familiares.

      Raphael Mello, nº 23 1B

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    5. Os fatores são o surgimento da pílula anticoncepcional, que diminui o número de filhos por casal, a legalização do divórcio que ocasiona em menos casais juntos, e a liberdade conquistada pela mulher para trabalhar, que ocasiona em uma diminuição no número de filhos também.
      Elas nos ajuda a compreender, pelo fato de o numero de crianças de 0 a 14 anos ter caído uma média de 13% de 1950 a 2000, e o número de jovens, adultos e idoso de 15 anos ou mais ter subido nesse mesmo período, isso porque com a pílula anticoncepcional as pessoas estão tendo menos filhos, pois podem escolher se querem ou não tê-los. E com a legalização do divórcio, as pessoas estão se separando mais e com isso, tendo menos filhos também.

      Mariany Bianconi de Oliveira nº:24 1º A

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    6. prof demorei muito pra entende como criava isso tenta act ai pf , mas então intendi que as mulheres antigamente sofriam muito o marxismo antigamente, elas não podiam nem sairem de suas casas para trabalharem no comercio seus maridos as obrigavam a cuidar de seus filhos e arrumar suas casas, mas hoje com algumas evoluções as mulheres são mais aceitas no meio de comércio agora não á mais aquele marxismo de antigamente algumas infelizmente ainda sofrem mas acho que são bem poucas, um exemplo é que antigamente nas escolas só podia ter professores homens e agora tem mais professoras do que homens nessa área de ensino
      lurdinha n 21 1A

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  2. A legalização do divórcio, a busca da mulher por um lugar no mercado de trabalho o que a tornou livre profissional e sexualmente, o surgimento do anticoncepcional.
    O IBGE demonstra através de números estatísticos as quantidades e os tipos de famílias existentes atualmente e quais os fatores que levam a formação dos novos tipos de família.

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    1. E ai Jorge? Cara é isso ai, peço só pra você pense e responda uma coisa, essas mudanças conquistadas pelas mulheres mudaram muito a família brasileira do seculo XIX pra hoje, que mudanças foram essas?

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    3. eai profº, ta ae \/

      AS MULHERES FORAM TRABALHAR FORA, CONQUISTANDO LIBERDADE FINANCEIRA E NÃO MAIS DEPENDENDO DO MARIDO PARA SE SUSTENTAR, ASSUMINDO SOZINHA O PAPEL NA EDUCAÇÃO E CRIAÇÃO DOS FILHOS.
      ASSIM, AUMENTOU-SE O PODER AQUISITIVO DAS MULHERES E ELAS COMEÇARAM A MOVIMENTAR TAMBÉM A ECONOMIA DO PAÍS, POIS ELAS PASSARAM A CONSUMIR MAIS.

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  3. a saída da mulher para o mercado de trabalho, na educação dos filhos, na impessoalidade nas relações sociais e no enfraquecimento dos laços de parentesco. A familia classifica burguesia-papeis sociais definidos, homens responsáveis pelo sustento do lar e as mulheres pelo funcionamento da casa, valores fortemente morais e religiosos, obrigação da virgindade até o casamento como uma empresa bem sucedida, uma visão machista da sociedade naquela época. AS analises estatísticas está no IBGE que segundo os dados, nas últimas décadas do século xx mudaram as relações de trabalho no poder aquisitivo, e as crenças da ciência.


    Erick Roberto Kenji Sugimoto nº10 1°A colégio ÁGUIA MASTER.

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  4. Muito bom Erick, só peço pra você que explique a seguinte afirmação que você fez "A familia classifica burguesia-papeis sociais definidos, homens responsáveis pelo sustento do lar e as mulheres pelo funcionamento da casa, valores fortemente morais e religiosos, obrigação da virgindade até o casamento como uma empresa bem sucedida, uma visão machista da sociedade naquela época." O que vc quis dizer? que época é essa e como está hoje?

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    1. é no século XIX, que a mulher não era valorizada , elas não podiam trabalhar fora, apenas ser dona de casa ,criar e eduacar seus filhos. Hoje em dia as mulheres são muito mais valorizadas na sociedade do que antigamente, por exemplo, empresas de hoje chamam mais mulheres p/ trabalhar porque são mais dedicadas em seus serviços, e também antigamente havia mais professores nas escolas, hoje há mais professores mulheres, isto é, as mulheres estão sendo mais valorizadas, até mais que os homens na minha opinião...

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  5. Com a revolução e outras coisas a mulher foi para o mercado de trabalho junto com o homem e o filho vai para a escola. Vários fatores contribuíram para a mulher ir para o mercado de trabalho como a escola, creches e a casa das vós mas também é importante lembrar que os casais podem não ter filhos. E casais que são de mulheres ou de homens podem ter filhos assim como os casais normais.
    Thiago

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    1. Fala Pitthi... Cara tenta falar mais dois pontos que eu julgo importante pro debate, Como a industrialização afetou essas mudanças que vc cita e de alguns exemplos das principais mudanças do seculo XIX pra hj.

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    2. A cara então a industrialização revolucionou pois as mulheres tiveram suas vagas seus direitos mesmo os homens não concordando com isso e foram valorizadas. Hoje as mulheres são mais independentes criam seus filhos sozinhas e tem seus direitos como o divorcio. E também a entrada de homossexuais nas empresas a no mundo como vemos por ai. A cara é isso ai e não sei se consegui entender muito bem mais intendi isso.

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  7. A entada da mulher no mercado de trabalho mudou radicalmente o modelo familiar conhecido até então. Mudanças como a diminuição na taxa de fecundidade, natalidade e mortalidade, além do avanço tecnológico e maior liberdade de expressão (este, principalmente no caso dos homossexuais)também ajudam a compreender tais mudanças no modelo de família.

    Beatriz Ingrid 1º Médio A nº 3

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    1. Beatriz vc esta certa mais falto vc explorar mais o tema.Como a industrialização afetou essas mudanças que vc cita e de alguns exemplos das principais mudanças do seculo XIX pra hj.

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    2. A mudança no ambiente, isto é, a saída do campo e a entrada na cidade, com a Revolução Industrial mudou o modo de agir e de pensar das pessoas daquela época, já que, com ela, vieram, além da entrada da mulher no mercado de trabalho, a maior liberdade de expressão, por assim dizer.
      Os direitos igualitários para homens e mulheres, a não obrigatoriedade da virgindade antes do casamento e a diminuição da visão machista.

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  8. A entrada da mulher no mercado de trabalho, e os seus filhos irem para as escolas, tendo então tempo a mulher para trabalhar. Antes as mulheres não poderiam se separar, agora podem graças a legalização do divorcio. A criação do anticoncepcional. Graças a essas e outras mudanças as mulheres se tornaram livre profissionalmente e sexualmente.

    Aluno: Gabriel Grazionale

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    1. Gabriel Como a industrialização afetou essas mudanças que vc cita e de alguns exemplos das principais mudanças do seculo XIX pra hj.

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  9. quando foi aceito o divórcio, a mulher podia ter um emprego o que a tornou livre profissionalmente
    O IBGE mostra através de números estatísticos as quantidades e os tipos de famílias existentes atualmente e quais os fatores que levam a formação dos novos tipos de família.
    Os filhos agora podiam ir á escola

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    1. Mahnic vc foi muito vago na resposta meu, como a industrialização afetou essas mudanças que vc cita e de alguns exemplos das principais mudanças do seculo XIX pra hj?

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  11. Com a entrada da mulher no mercado de trabalho e a legalização do divórcio, toda a estrutura familiar mudou. Nas família de hoje não importa mais as diferenças, mesmo ainda tendo preconceito, as diferenças estão sendo aceitas aos poucos e mudando tudo. Hoje em dia existe todo tipo de família, homem com homem, mulher com mulher, pessoas solteiras criando filhos, avós ajudando mães solteiras e etc, formando novos tipos de família. Aluna: Ana Carolinne

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    1. como a industrialização afetou essas mudanças que vc cita e de alguns exemplos das principais mudanças do seculo XIX pra hj?

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    2. A revolução industrial mudou o jeito das pessoas pensarem, pois todos temos direitos iguais como cidadãos, direitos iguais entre homens e mulheres, de salários iguais entre eles, o direito do voto. Pois no século XIX o homem era a autoridade, enquanto a mulher não era considerada um cidadão praticamente, antes o dever da mulher era ficar na casa cuidando dos filhos e das tarefas domésticas. Com as mudanças a sociedade está ficando mais igualitária, contendo homens e mulheres em cargo iguais.

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  12. A mulher entrou para o mercado de trabalho, seus filhos puderam ir escola, teve a legalização do divórcio. Hoje pode-se encontrar vários tipos de famílias,mulheres com mulheres, homens com homens, ambos criando filhos, mães solteiras criando seus filhos, casai com filhos adotivos. A diminuição das taxas de natalidade e fecundidade. A liberdade de expressão dadas as pessoas. Aluna: Giovanna Bruneri 1ºA

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    1. Sua resposta é quase igual a da carol..... tente refazer com mais vontade

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    2. A mulher entrou para o mercado de trabalho, seus filhos puderam ir a escola, houve então a legalização do divórcio. a liberdade de expressão, houve a diminuição das taxas de natalidade, fertilidade. A criação do método anticoncepcional. Hoje há famílias de todos os tipos, casais que já tiveram filhos de outros casamentos e tendem a ter mais filhos dessa união, casais homossexuais podem hoje adotar e criar filhos, a mãe solteiras, netos criados por avôs. As mulheres passaram a ser autoridades em casa.

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  13. com a entrada da mulher no mercado de trabalho, a aceitação do divórcio, o uso de anticoncepcional, fez com que muitas coisas fossem mudando, hoje, a família, já não é como antes, mães solteiras, viúvas, homossexuais, e isso gerou muito preconceito, pois há pessoas que querem como antes, mãe, pai e filhos, uma família digna, e não pessoas do mesmo sexo como um casal. Aluna: Anna Beatriz.

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  14. A diminuição do numero de filhos , a mulher está começando a ter autoridade na casa, o aumento dos divórcios, mudança de pessoas da área rural para a cidade em busca de melhores condições de vida e emprego, uniões homossexuais. As pesquisas do Censo ajudam a compreender como a sociedade esta sofrendo mudanças desde a épocas dos nossos avos ate hoje.

    Aluna : beatriz Tiba nº4 1 ano A

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    1. como a industrialização afetou essas mudanças que vc cita e de alguns exemplos das principais mudanças do seculo XIX pra hj?

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    2. a industrialização mudou o modo de pensar das pessoas, pois todos temos direitos iguais como cidadãos , direitos iguais entre homens e mulheres , de salários justos entre eles , o direito livre do voto. Pois no seculo XIX o homem era a autoridade , o homem que comandava tudo, ele que ganhava o maior salario, o dever da mulher era ficar na casa cuidando dos filhos. Com essa transformação a sociedade esta se tornando mais justa entre homens e mulheres.

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  15. Os principais fatores que modificaram a família no Brasil foram a diminuição do índice de filhos por mulher, a estrutura familiar, que agora muitas famílias não são mais as famílias de antes, existem ães solteiras com seus filhos; pais com filhos adotivos; famílias formadas por casais que já tiveram outros casamentos com filhos e decidiram ter outros filhos dessa união; temos ainda famílias formadas por um casal e um “animal de estimação”. Houve a legalização do divórcio, um aumento da habitação de áreas urbanas, já que antigamente eram praticamente habitadas apenas áreas rurais. Hoje existe a legalização de famílias formadas por relações de homossexuais, que podem adotar filhos, e no caso de duas mulheres, podem fazer inseminação artificial. Houve a saída da mulher para o mercado de trabalho, distanciamentos dos laços de parentescos. Ocorreu a separação da sexualidade e da reprodução: o número de filhos começa a ser previsto ou planejado, a reprodução dissociou-se do casamento: não há mais filhos ilegítimos, e a sexualidade dissociou-se do casamento: reconheceu-se o direito às uniões consensuais. As análises estatísticas do Censo estão contidas no IBGE, que atendem às necessidades dos mais diversos segmentos da sociedade civil, contidos dados importantes e verdadeiros, que nos permitem a analisar a sociedade diante de seus aspectos em geral. E segundo os dados do censo, no século XX mudaram-se as relações de trabalho no poder aquisitivo, que nada mais é do que a capacidade que uma pessoa ou população tem de adquirir bens, e mudaram-se também totalmente as análises científicas da base familiar brasileira, diante as modificações que ocorreram da antiguidade até os dias de hoje.

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  16. Entrada da mulher no mercado de trabalho, na educação dos filhos, na impessoalidade nas relações sociais, no controle da natalidade e no enfraquecimento dos laços de parentesco.
    Hoje, podemos ver, que as famílias não são somente compostas por pai, mãe e filhos como antigamente. Já existem diversos outros conceitos e modos de famílias, como de duas pessoas de mesmo sexo juntas, pais criando filhos que não são seus, pessoas morando sozinhas...
    Podemos notar as mudanças também pelos dados apresentados pelo IBGE que diz que nas ultimas décadas do século xx mudaram as relações de trabalho no poder aquisitivo, e as crenças da ciência.
    Giovanna Busquim

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  18. Diversas necessidades levaram a mulher a se introduzir no mercado de trabalho. Houve um afastamento dos filhos com o convívio familiar, pois agora que frequentavam a escola, teriam que dividir o tempo. Algumas famílias passaram a ser comandas por mulheres solteiras, viúvas ou separadas. O casamento deixou de ser realizado como negócio e passou a ser realizado por interesses individuais, ou seja, a relação entre o casal e filhos se tornou mais íntima.O censo nos ajuda a entender através de dados coletados a evolução das famílias desde o século passado até os dias de hoje.
    Mariana Panagio

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  19. Com a legalização do divórcio,e o uso dos anticoncepcionais, as mulheres tiveram autonomia para entrar no mercado de trabalho,ter mais liberdade e maior participação na economia, o que diminuiu a visão machista da sociedade. Trabalhando, não poderiam mais cuidar dos filhos, diminuindo a proximidade na família.A estrutura familiar mudou muito, pois hoje, vemos pais e mães divorciados e uma maior aceitação dos homosexuais. Os dodos estatisticos mostram as mudanças ocorridas na estrutura das familias.
    aLUNA: Camila ramos 1 Ano A

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  20. A legalização do divorcio e a entrada da mulher para o mercado de trabalho por que a mulher tornou-se independente do homem e pode sair para trabelhar e ter o seu proprio dinheiro

    o IBGE mostra que todas as estatisticas subiram depois do acontecimento desses fatores

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    1. Lucas você precisa trabalhar melhor a questão, quais os fatores sociais fizeram as mulheres mudarem sua posição em relação ao mercado de trabalho? como esta a família brasileira hj?

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    2. depois que as mulheres entrarão no mercado de trabalho, elas não são mais vistas como dona de casa como era antes depois que as mulheres entraram para o mercado de trabalho elas foram mais valorizadas es os filhos que antes ficavam em casa começaram a frequentar a escola

      Na família brasileira de hoje o homem e a mulher trabalha e os filhos frequentam a escola

      Aluno: Lucas Marcelo 1º ano A

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  21. Os principais fatores que modificaram as famílias brasileiras foram: o fato da mulher começar a trabalhar fora de casa, não sendo apenas "dona de casa" e mãe como antes era vista. A educação dos filhos, controle da natalidade e enfraquecimento dos laços de parentesco.
    A redução das famílias e um modelo familiar diferente de antigamente: mãe, pai, filhos. E a legalização do divórcio também influenciaram essas transformações. Mães começaram a criar seus filhos sozinhas, podendo tanto o homem quanto a mulher construir uma nova família.
    E com o surgimento do anticoncepcional, homens e mulheres puderam ter uma vida sexual livre, sem se preocupar com a paternidade e maternidade não planejada. Não havendo mais a obrigação de manter a virgindade até o casamento.
    A transformação mostra que com o número planejado de filhos, a taxa de natalidade do país diminuiu.
    O homem não é mais considerado o chefe da casa como antes e não tem o dever de ser responsável pelo sustento da família, a mulher também tem o direito de trabalhar e possui poder para chefiar o lar igualmente ao marido.
    No Censo mostra claramente que devido a tais transformações, há uma queda da mortalidade seguida pela queda de fecundidade e crescimento da esperança de vida, sendo a maioria dos idosos, mulheres.
    Em 2000 a porcentagem de pessoas morando sozinhas aumentou, os divórcios triplicaram e com isso o número de casamentos legais diminuíram.

    Bruna de Oliveira. 1º A

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  22. Com as mudanças ocorridas no final do século XIX, houve grande mudança na estrutura familiar,vários fatores contribuíram para que houvesse transformações em várias áreas.A mulher se tornando cada vez mais independentes e conquistando o mercado de trabalho e consequentemente a forma do convívio familiar veio se reestruturando com o passar dos tempos,o casamento mudou sua forma,como também a estrutura familiar tanto numericamente como na convivencia domiciliar. Dados contidos pelo IBGE mostram que a transição da população vem sofrendo tanto no campo profissional,familiar e econômico.
    Heloisa Sarggin

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  23. Com o passar dos anos as famílias foram mudando, a mulher hoje assume um papel muito importante do que o homem e esses fatores são:
    Mudanças como a diminuição na taxa de fecundidade, natalidade e mortalidade, o avanço tecnológico e liberdade de expressão.
    Hoje a mulher tem mercado, tem mais importancia, é ela quem da mais educação, ela que assume responsabilidade dos filhos, da casa e da vida. Com o porcentual, há uma diferença muito grande do passado para agora.

    Caroline Mendonça Nº7 1ºA

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  24. Os principais fatores que modificaram as familias foram o controle de natalidade,a mulher passou a trabalhar e ganhar seu salario , passou a sustentar sua familia, diminuiçao da taxa de mortalidade ,o avanço tecnologico ,etc. Um fator que mudou a organizaçao humana foi a legalizaçao do divorcio.O
    IBGE diz que no século xx mudou a relação de trabalho no poder aquisitivo, e as crenças da ciência.

    Larissa nº18 1ºA

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  25. com a entrada da mulher no mercado de trabalho, a aceitação do divórcio, o uso de anticoncepcional, fez com que muitas coisas fossem mudando, hoje, a família, já não é como antes, mães solteiras, viúvas, homossexuais, e isso gerou muito preconceito, pois há pessoas que querem como antes, mãe, pai e filhos, uma família digna, e não pessoas do mesmo sexo como um casal. Aluna: Anna Beatriz.

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    1. Ana Beatriz vc jogou um monte de informação e não explicou direito elas, Pq as mulheres entraram no mercado de trabalho? qual a relação do sexo nisso? como esta a familia hj no brasil?

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    2. a mulher começou a trabalhar, e tirou o posto dela, de dona de casa, só cuidar dos filhos, cozinhar, e limpar a casa, ela tem seu próprio salário, e ajuda o marido com as despesas da casa. Com isso diminuiu o número de filhos por casal, antigamente tinham varios filhos, hoje tem em media 2 somente, e tambem tiveram a oportunidade de poder adotar filhos. Com a legalizaçao do divorcio, o numero de pessoas se divorciando é grande, as pessoas nao querem mais ficar com quem teve filhos, se divorciam, e vao morar sozinhos ou com um animal de estimaçao. Anna Beatriz.

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  27. Houve vários fatores influenciaram a modificação das familias brasileiras. A mulher deixou apenas de cuidar das funções da casa e entrou no mercado de trabalho, sendo assim a mulher também ficou sem tempo, diminuindo a quantidade de filhos dos casais e o modo de educação de tais. Homens e mulheres tiveram a chance de escolher se queriam ter uma vida sexual desvinculada da paternidade/ maternidade com o surgimento da pílula anticoncepcional. A estrutura familiar não é a mesma. Hoje em dia há mulher com mulher, homem com homem, mães solteiras, casais e seus bichinhos de estimação, pais com filhos adotivos ou de casamentos anteriores, ou outros que simplesmete vivem sozinhos. Em 1977, aconteceu a legalização do divórcio e desde então vem diminuindo a quantidade de cassamentos legalizados, surgindo o casamento dito “experimental”. As pesquisas feitas pelo IBGE mostra que essas mudanças afetaram os segmentos sociais, mudaram as relações de trabalho, o poder aquisitivo, as crenças da ciência e a legislação.

    Letícia Freiberger nº 20 1º A

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  29. A legalização do divórcio, o surgimento da pílula anticoncepcional, a saída da mulher para o mercado de trabalho, o desenvolvimento da economia industrial no Sudeste, processo de urbanização e da industrialização da sociedade no século XX, a migração. O controle da produção passou para os empresários capitalistas e para o Estado, enfraquecendo as relações de parentesco. A condição urbano/rural determinava o tipo familiar. A separação da sexualidade e da reprodução, a sexualidade dissociou-se do casamento, levando a lei brasileira a se adaptar e adotar mudanças. Os dados numéricos do IBGE mostram as mudanças ocorridas na família, dentro e fora de casa; Mudaram as relações de trabalho, o poder aquisitivo, as crenças da ciência e a legislação. Mostra-se a porcentagem da população, dos idosos, dos inativos, das crianças e seus declínios ou aumentos. Através do Censo Demográfico, é possível saber a proporção, o crescimento da proporção ou a manutenção da proporção, e assim, a a forma que vive, como está distribuído no território.

    Caroline Gondo, 1º B

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  30. Pussor aq eh u luiz donizete moreira eu nao tenho email e o gabriel me dexo faze no dele
    O primeiro fator foi a legalização do divórcio, que, no Brasil, virou lei em 1977. O segundo foi o surgimento da pílula anticoncepcional, que garantiu aos homens e às mulheres a alternativa de uma vida sexual desvinculada da patenidade/maternidade.
    IBGE diz que no século xx mudou a relação de trabalho no poder aquisitivo, e as crenças da ciência.

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    1. Luiz preciso que vc explique melhor mais pontod do impacto da mulher no mercado de trabalho...se vc preferir pode levar na aula quinta ao invés de escrever aqui.

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  31. Os principais fatores que modificaram as famílias brasileiras foram: o fato da mulher começar a trabalhar fora de casa, não sendo apenas "dona de casa" e mãe como antes era vista. A educação dos filhos, controle da natalidade e enfraquecimento dos laços de parentesco.
    A redução das famílias e um modelo familiar diferente de antigamente: mãe, pai, filhos. E a legalização do divórcio também influenciaram essas transformações. Mães começaram a criar seus filhos sozinhas, podendo tanto o homem quanto a mulher construir uma nova família.
    E com o surgimento do anticoncepcional, homens e mulheres puderam ter uma vida sexual livre, sem se preocupar com a paternidade e maternidade não planejada. Não havendo mais a obrigação de manter a virgindade até o casamento.Diversas necessidades levaram a mulher a se introduzir no mercado de trabalhoPodemos notar as mudanças também pelos dados apresentados pelo IBGE que diz que nas ultimas décadas do século xx mudaram as relações de trabalho no poder aquisitivo, e as eh isso pussor vlw sou numero:13

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  32. Emanuelle Luiza nº 09 1º A

    a legalizaçao do divorcio, o uso de anti-concepsional, a entrada da mulher no mercado de trabalho e sua busca por uma independencia. todos esse fatores fez com as "familias'' começasem a mudar seus padrões. o IBGE ajuda mostrando como mudou rapidamente tudo isso, falando as causas e justificando o porque do surgimento de cada novo tipo de ''familia''

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  33. Luiz Donizete, 1º A

    o direito dos casais poderem se divorciarem, a mudança nos direitos das mulheres, agora elas podem trabalhar e ter os mesmos direitos que um homem, a legalizaçao do casamento entre pessoas do mesmo sexo, tudo isso fez o padrao de familia mudar. o IBGE mostra numericamente como tudo isso foi rapido, e mostra as causas que justificam tantas mudanças

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  35. A familía brasileira modificou completamente no inicio do seculo XX. A mulher começou a trabalhar e ser independente deixando de ser só dona de casa, agora ela pode controlar o numero de filhos com anticoncepcionais que ajudou a diminuir o numero da natalidade, e a fazer sexo sem compromisso com quem ela quiser. Começaram a surgir mães solteiras, familias com filhos adotados, casais divorciados,casais e seus bichos de estimação, e casais homossexuais.

    Águia Master
    Jéferson Rocha de Oliveira nº 16
    1ºA

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  36. A ocorrência dessas mudanças nas famílias brasileiras vem acontecendo por fatores que influenciam muito na sociedade.
    Na segunda metade do século XX, uma dessas mudanças foi que, mulheres brasileiras saíram de casa, para o mercado de trabalho, para educação dos filhos, etc. Deixaram de fazer alguns serviços de casa e, em muitas famílias, o que era serviços das mulheres, passou a ser executado pelos homens. Tiveram o controle da natalidade, começaram a tomar as pílulas anticoncepcionais, para a prevenção de engravideis indesejada, já que agora estavam trabalhando fora de casa. O numero de famílias “comandadas” por mulheres idosas, é bem maior do que famílias “comandadas” por homens idosos. Assim, antiga visão de que o homem dentro da família era trabalhar para sustentar o lar, e a mulher cuidar da casa e de seus filhos, passou a deixar de existir parcialmente, pois há famílias que depende só do homem para sustentar a casa.
    Atualmente os números de casais caíram, as uniões consensuais aumentaram relativamente e o numero de pessoas que vivem sozinhas aumentou consideravelmente.
    A estrutura familiar mudou radicalmente. O que antes para formar uma família as pessoas deveriam ter o mesmo sangue, e ser casados para terem filhos; atualmente não importa se são solteiros (as), casados (as), vivem sozinhos (as), ou com namorados (as), se as pessoas casam e vivem com outras do mesmo gênero sexual, podem fazer inseminação artificial, usar barrigas de alugueis, utilizar esperma de doadores e adotar crianças.
    Alguns desses dados foram fornecidos pelo IBGE.

    Águia Master
    Gabriella Maria de Oliveira nº14
    1º A

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  37. As primeiras mudanças na família brasileira começo, com a chegada da mulher no mercado de trabalho. O desenvolvimento industrial as poucos começou a modificar as famílias brasileiras; com isso fez com que as pessoas que moravam em area rural foi diretamente para a cidade urbana em busca de melhoria de vida.
    A transformação foi tão radical que aquela família idealizada que era antes não existia mais, era algo totalmente diferente. De modo que fez com que surgi-se o divorcio no Brasil e também a pílula anticoncepcional, q eu possibilitou ao casal ter relações sem preocupações. E também o casal começaram a planejar a quantidade de filhos que teria ter e famílias formadas por homossexuais.
    A família brasileira teve uma grande queda, o que antes eram com enorme numero de pessoas, hoje são muito pequenas, diz o IBGE.
    Outro fato importante é que as pessoas começaram a ter ótimo poder aquisitivo, e possuindo bens.

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  38. A primeira transformação que observamos na família brasileira foi a saída da mulher que tinha o papel principal na educação dos filhos para o mercado de trabalho. Além desta, o controle da natalidade e o enfraquecimento dos laços de parentesco.
    Fatores mais recentes foram a legalização do divórcio e o surgimento da pílula anticoncepcional. Outras grandes transformações foram a: separação da sexualidade e da reprodução; reprodução e sexualidade dissociada de casamento.
    Os dados levantados pelo censo avaliam através de pesquisa, resultados obtidos, selecionando períodos de coleta de informações transformando em estatísticas.

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  40. A entrada da mulher no mercado de trabalho, no controle da natalidade, enfraquecimento de laços de parentesco, na educação de seus filhos.Hoje em dia,as famílias estão diferentes das de antigamente(pai, mãe e filho),atualmente também podem ser formadas por duas pessoas do mesmo sexo,pais adotivos,o alto índice de divórcios, pessoas morando sozinhas,etc.Outro dado curioso é que o nº de filhos agora esta sendo planejado, isso diminuiu a taxa de natalidade (já citado acima),muito disso deve-se a tecnologia com métodos anticoncepcionais,o uso da internet, a conscientização das pessoas por meio de contatos de mídia global,etc.

    Gabriel Joslin nº12
    1ºMA

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  41. Fatores como a saída da mulher para o mercado de trabalho mudaram a estrutura das famílias brasileiras radicalmente. Elas sofreram mudanças nos seus padrões e, além disso, o uso de anticoncepcionais reduziu a natalidade. A industrialização mudou a ideologia das pessoas, que passaram a pensar de um modo mais amplo e justo com relação ao homem e a mulher. Por fim, importante mencionar que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) coleta dados das famílias brasileiras para retratar o Brasil.

    Matheus Godoy Landgraf nº25 1ºA

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  42. Atualmente as famílias são formadas por diversas estruturas: por exemplo, há mães solteiras com seus filhos; pais com filhos adotivos. Com a entrada da mulher para o mercado de trabalho, a família brasileira mudou muito seu padrão. A industrialização influenciou muito para que isso acontecesse as pessoas passaram a pensar de um modo mais amplo e justo com relação ao homem e a mulher. No futuro, cada vez mais mulheres e filhos estaram no mercado de trabalho e vão desafiar os esquemas de dependência e responsabilidades no interior do núcleo doméstico.

    Aluna: Thaynara Donaire nº 25.

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  43. Segundo o texto, houve muitas mudanças radicais nas famílias de antigamente para as famílias de hoje. Isso aconteceu por diversos motivos, mas principalmente pelas conquistas que as mulheres tiveram. Nas décadas passadas as famílias seguiam um modelo familiar que era onde havia o pai e a mãe, casados, e os filhos, todos chefiados apenas pelo pai; também eram famílias grandes onde as mulheres eram livres em seu tempo para criar até mesmo mais de 10 filhos. A mulher tinha o papel apenas de cuidar da casa e educar os filhos.
    Hoje em dia está tudo muito diferente, o casamento e os filhos não são mais essenciais para a existencia do conceito familia, mas somente o afeto ou o amor já é o suficiente para que exista uma família. Também com as conquistas de direitos das mulheres elas não estão mais disponiveis para ficar cuidando da casa nem de vários filhos, então elas simplesmente acabam tento poucos atravez das medidas anticoncepcionais, ou então nem mesmo tento filhos. Outro fator que mudou o conceito familia foi a aceitação do divorcio, que causou que muitas familias fossem formadas apenas por um dos pais. Nos dias atuais também é normal que existam familias formadas por casais homossexuais.
    Emfim, tiveram diversas mudanças nas famílias, que também trouxeram muitas consequencias para a populaçao.

    Ana Paula C. Catussi n°01 1°MB

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  44. O ponto que mais marcou as mudanças foi à entrada da mulher no mercado de trabalho. O controle da produção passou gradualmente da família para os empresários capitalistas e para o Estado, fazendo com o que o pai não tivesse mais o poder maior na família, ou seja, a mulher passou a fazer parte desse poder. Hoje, como podemos ver algumas famílias não tem uma boa estrutura, como mães solteiras, pais desempregados, e muitos outros fatores acabaram prejudicando certas famílias da sociedade moderna. Temos que visualizar dois pontos citados no texto: um do divórcio, com o divórcio muitas famílias são mais felizes, pois ai o homem, como pai tem a obrigação de pagar pensão ao filho, não deixando sua ex-mulher e seus filhos desestruturados. Outro ponto foi o surgimento do anticoncepcional, que hoje evita a gravidez, podendo ter uma relação sexual tranquila, sem precisar se preocupar com a gravidez que poderia ocorrer. Há famílias que são estruturadas por homossexuais, que nesse caso ocorre a adoção de crianças. Hoje, muitas coisas já mudaram, pois antigamente as famílias só eram consideradas legítimas através do casamento. Filho adotado hoje tem o direito de ter os mesmos benefícios que teria um filho de sangue. O divórcio hoje, o filho fica com tem melhores condições de criar a criança. Com alguns dados do IBGE citados no texto, podemos perceber muitas das mudanças familiares. A esperança de vida ao nascer aumenta cada vez mais. Os anos de estudo dos brasileiros está de 1/3 para 4 a 7 anos de estudo, um dado incrível que mostra os interesses de certos jovens pelo estudo, mas hoje são em média 11 anos de estudo para uma bela formação, sem a educação infantil. Com algumas leis aprovadas, o numero de divórcios, por exemplo, aumentou muito, deixando muitos homens e mulheres vivendo sozinhos. Porem, com esses dados pode ver uma grande modificação nos lares e famílias brasileiras. Não esquecendo de citar que mesmo em meio de brigas, desentendimentos, e coisas do tipo não podemos deixar nossas famílias se desamparar, pois ela é tudo de mais precioso que cada um tem na vida.
    Beatriz Mariucci Piai – N°4 - 1°MB

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  45. Os principais fatores que modificaram a família no Brasil foram a legalização do divórcio, que, no Brasil, virou lei em 1977, o surgimento da pílula anticoncepcional, a estrutura familiar, agora existem mães solteiras, pais com filhos adotivos, a diminuição de filhos por mulher, famílias formadas por casais que já tiveram outros casamentos. Houve um aumento na habitação de ares urbanas. Hoje existe famílias formadas por homossexuais que podem adotar filhos ou fazer inseminação artificial. Ocorreu o distanciamento dos laços de parentesco, a saída da mulher para o mercado de trabalho. As análises feitas pelo Censo IBGE mostra que essas mudanças mudaram as relações de trabalho, a legislação, as análises científicas, o poder aquisitivo. Com esses dados podemos analisar a sociedade diante de seu aspecto em geral, a forma que vive, como estão distribuídos.

    Ketyllen Miliorini Costa. nº30 1ºB

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  46. Com a entrada da mulher no mercado de trabalho e a legalização do divórcio, toda a estrutura familiar mudou. Nas família de hoje não importa mais as diferenças, mesmo ainda tendo preconceito, as diferenças estão sendo aceitas aos poucos e mudando tudo. Hoje em dia existe todo tipo de família, homem com homem, mulher com mulher, pessoas solteiras criando filhos, avós ajudando mães solteiras e etc, formando novos tipos de família a revolução industrial mudou muito nos dias de hoje hoje em dia a mulher tem o mesmo direito do homem direito iguais ela não precisa ser só dona de casa ela pode trabalhar e ganhar seu próprio dinheiro

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  47. Alguns dos principais fatores que modificaram a família brasileira foram o surgimento de pílulas ,a legalização do divorcio.Hoje em dia existem famílias homessexuais que vivem com filhos adotivos.A saída da mulher para o mercado de trabalho que até então só cuidava dos filhos foi uma grande conquista,desde então a taxa de natalidade diminuiu muito ,porque os filhos foram mais planejados e isso ocorreu uma grande queda nessa taxa.Atualmente os números de casais caíram, as uniões consensuais aumentaram relativamente e o numero de pessoas que vivem sozinhas aumentou consideravelmente,hoje há mães solteiras.O IBGE ajuda mostrando como mudou rapidamente tudo isso, falando as causas e justificando o porque do surgimento de cada novo tipo de ''familia''

    Thales Raphael M. de Oliveira 1°ano A

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  48. As mudanças que aconteceram, são por causa dos fatores que influenciam a nossa sociedade. Podemos tirar como exemplo, que logo na metade do séc. XX ocorreram mudanças drásticas como:
    -> A mulher brasileira saindo de casa, em busca de empregos, ou seja, buscando o seu espaço no mercado de trabalho, para no fim ter uma renda financeira maior no fim do mês. Em momentos que diziam que a mulher saiu de casa para procurar o emprego, quem praticamente ''tomou'' o lugar dela foi o homem, mais em algumas situações nem isso o homem foi capaz de fazer isso, deixando a mulher dar duro, no trabalho e como dona de casa!
    Uma frase para concluir tudo o que foi dito é: '' A mulher sustentando a família e o homem como '' DONA DE CASA'' ( limpando, lavando, secando, cuidando dos filhos...)''
    Com a mulher trabalhando fora, o número de filhos começou a cair, em ano em ano, mais isso aconteceu não só pelo fato da mulher exercer um trabalho fora de casa, mas também pelo controle de natalidade, começaram a usufruir as pílulas.
    Uma coisa está certo, hoje em dia as coisas não são como antigamente, em nosso cotidiano ver pessoas do mesmo sexo se casando, '' tendo filhos'' lógico através de outros meios, não sendo pela relação sexual, é óbvio. É NORMAL hoje em nosso pais, vai fazer isso no tempos passados, isso nunca seria aceito!

    Victor Hugo Suguiyama Valério Nº27
    1º MB

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  49. A família Brasileira passou por varias transformações ao longos dos anos,a mulher passou a ser bem mais valorizada, diminuiu sua fertilidade , a legalização do divorcio( que virou lei ),o surgimento da pílula anticoncepcional que garantiu aos homens e as mulheres a vida sexual, a vida homossexual . A família de antes era feita por obrigação, hoje já é feita por afeto e carinho. A mulheres de hoje , são bem mais sucedidas, elas trabalham , cuidam de Casa, não dependem muito do marido para as coisas. A família de hoje, é bem diferente, você encontra mães solteiras, mulheres com mulheres ,homens com homens , casais de segundo casamento

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  50. Famílias brasileiras vem mudando em varias características, como a introdução da mulher no mercado e os seus filhos irem para as escolas, tendo então tempo a mulher para trabalhar fora, deixando de depender de seus maridos. Com os anticoncepcionais as mulheres podem fazer sexo sem compromisso com quem elas bem quiser. Também surgiram mães solteiras, casais homossexuais, família com filhos adotivos. Os anticoncepcionais também contribuíram para a redução no índice de natalidade. A legalização do divórcio também influenciaram essas transformações. Mães começaram a criar seus filhos sozinhas, podendo tanto o homem quanto a mulher construir uma nova família. O homem não é mais considerado o chefe da casa como antes e não tem o dever de ser responsável pelo sustento da família, a mulher também tem o direito de trabalhar e possui poder para chefiar a casa igual ao marido. Hoje, muitas coisas já mudaram, pois antigamente as famílias só eram consideradas legítimas através do casamento. Filho adotado hoje tem o direito de ter os mesmos benefícios que teria um filho de sangue. No divórcio, o filho fica com tem melhores condições de criar a criança.
    Com alguns dados do IBGE citados no texto, podemos perceber muitas das mudanças familiares, segundo os dados do censo, no século XX mudaram-se as relações de trabalho no poder aquisitivo, que nada mais é do que a capacidade que uma pessoa ou população tem de adquirir bens, e mudaram-se também totalmente as análises científicas da base familiar brasileira, diante as modificações que ocorreram da antiguidade até os dias de hoje.

    João Vitor Garcia Bianconi Nº 17 1 M 'A'

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  51. Os fatores foram a legalização do divórcio,o surgimento da pílula anticoncepcional, que faz com que as famílias passem a controlar a quantidade de filhos, as mulheres passaram a entrar no mercado de trabalho. Com esses fatores as famílias, começaram a mudar, e seus papéis dentro dela também. O casamento passou a ser feito por interesses individuais e não por negócio. As mulheres ao longo do tempo, passaram a conquistar seus direitos, a trabalhar, a se afastar do papel de somente cuidar dos filhos e da casa, o que gerou grandes mudanças. Há casos em que as mulheres trabalham para sustentar a família, viúvas e mães solteiras cuidam de seus filhos sozinhas. Os dados do IBGE nos mostram que o tempo mostra grande mudança na sociedade e que ao longo dos anos poderá se modificar mais.

    Maryana Vilela nº29
    1º ano B

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  52. Os principais fatores que modificaram a família no Brasil:


    Primeiro fator foi a legalização do divórcio, no Brasil, virou lei em 1977.
    O segundo foi o surgimento da pílula anticoncepcional, que garantiu aos homens e às mulheres a alternativa de uma vida sexual. E o que fez o que diminuisse a quantidade de recem nascidos e que possam se planejados.
    Censo IBGE mostra que essas mudanças mudaram as relações de trabalho. Esses dados nos permite analisar a sociedade de um modo geral.

    Lucas Araujo nº 18 1º B

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  53. A entrada da mulher no mercado de trabalho, a legalização do divórcio e o inicio da utilização de anticoncepcionais, esses foram algum dos fatores que contribuiram drásticamente com a mudança na estrutura familiar básica. As famílias passaram a ser bem menores do que antes, antes a média de fílios era de 8 por casal, agora difícilmente passa de 3 filhos, isso ocorre por causa dos fatores citados acima. Em suma, a mulher passou a ser mais valorizada, porem ainda existe um certo preconceito com relação a tipos de trabalho que a mulher realiza! Essas foram as mudanças mais marcantes da estrutura familiar, que foi mudando ao longo dos anos!
    Felipe Augusto 1ºB nº09

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  54. A primeira coisa foi a legalização do divórcio no Brasil que passou a virar lei em 1977. Depois foi uma pílula anticoncepcional,onde as mulheres com a alternativa de uma vida sexual desvinculada da mãe e pai. Isso contribuiu para que, as pessoas, pudessem planejar os nascimentos de seus filhos. Segundo o CENSO IBGE, pode se ver que muitas mudanças aconteceram nas relações no trabalho, e que daqui mais alguns anos isso aumentará muito mais.

    Daniel Cicarelli de Morais nº6 1ºB

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  55. Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, a estrutura das famílias brasileiras mudou radicalmente, mudou muito seu padrão.Segundo o CENSO IBGE, pode se ver que muitas mudanças aconteceram nas relações no trabalho, e que daqui mais alguns anos isso aumentará muito mais.

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  56. Mirella d. Mendes da Silva - nº26 -1º medio A

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  57. Antigamente,a maioria das pessoas viviam em suas terras,moravam,cultivavam e se alimentavam de seus cultivos.Hoje,apesar de ser extremamente menor o numero de pessoas que habitam em áreas rurais,ainda continua sendo maior do que na área urbana.Houve grandes transformações na família atual brasileira e um fato agravante é que com saída da mulher para o mercado de trabalho, na educação dos filhos, na impessoalidade nas relações sociais, no controle da natalidade e no enfraquecimento dos laços de parentesco ocorreram várias transformações nas famílias brasileiras.No século XIX as mulheres não tinham direito algum sobre a família,eram tratadas como “propriedades”. Só depois no final do século começaram a surgir valores para a mulher no Brasil. Hoje, as famílias são formadas por diversas estruturas como por exemplo, mães solteiras com seus filhos; pais com filhos adotivos; famílias formadas por casais que já tiveram outros casamentos com filhos e decidiram ter outros filhos dessa união; temos ainda famílias formadas por um casal e um “animal de estimação.A família Brasileira evoluiu muito e irá evoluir ainda mais !
    Heloísa Donaire. n 30 1 A

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  58. A legalizaçao do divorcio, o uso de anti-concepsional, a entrada da mulher no mercado de trabalho e sua busca por uma independencia. todos esse fatores fez com as "familias'' começasem a mudar seus padrões. o IBGE ajuda mostrando como mudou rapidamente tudo isso, falando as causas e justificando o porque do surgimento de cada novo tipo de ''familia''
    a independencia da mulhar deixando de depender de seus maridos ,o uso de anti-consepcional,a legalizacão dos divorcios,entrada da mulher no mercado de trabalho.Tudo isso fez com que as familias começasem a mudar seus padrões na sociedade,e com que surgicem novos tipos de familias .O homen deixando se ser o chefe da familia com o papel de sustentar a casa.Mais essas mudanças ainda vão comtinuar aparecendo,a cada ano mais .
    Elisa Damasio n°:08 1°A

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  59. Atualmente as famílias são formadas por diversas estruturas: por exemplo, há mães solteiras com seus filhos; pais com filhos adotivos; famílias formadas por casais que já tiveram outros casamentos com filhos e decidiram ter outros filhos dessa união; temos ainda famílias formadas por um casal e um “animal de estimação”... e, também, se questiona se podemos considerar família o solteiro adulto que vive sozinho.
    Fatores que modificaram as famílias brasileiras foram: o fato da mulher começar a trabalhar fora de casa, não sendo apenas "dona de casa" e mãe como antes era vista. A educação dos filhos, controle da natalidade e enfraquecimento dos laços de parentesco.
    A redução das famílias e um modelo familiar diferente de antigamente: mãe, pai, filhos. E a legalização do divórcio também influenciaram essas transformações. Mães começaram a criar seus filhos sozinhas, podendo tanto o homem quanto a mulher construir uma nova família.
    Fernanda Marchini, N°11 1ªA

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